Uma negociação fantasma e discriminatória

Hoje assistimos a mais um episódio miserável na forma de gerir a pasta da Educação no território continental (!).
Nada mudou na INTRANSIGÊNCIA do ME: nem no ultimato provocatório, nem na culpabilização dos sindicatos, nem na arrogância pela discriminação do Sindicato de Todos os Professores.

Lembremos que a única satisfação que o S.TO.P. obteve, em julho, indicava que seríamos convocados “oportunamente”, o que não voltou a acontecer. Má Educação.

Ainda assim dirigentes do S.TO.P. marcaram presença à porta do ME, aquando da reunião, convocando as principais estação televisivas e órgãos de comunicação para prestar declarações.

O S.TO.P. não vai desistir de exigir 9 anos, 4 meses e dois dias!

Nem da luta contra o amianto escolar, a precariedade (nas AEC e contratados), os lesados da segurança social, a exaustão que vive atualmente o corpo docente que degrada as condições de aprendizagem das nossas crianças e jovens, etc….como denunciamos, por exemplo, à TVI.

Não cedemos à MÁ EDUCAÇÃO e continuamos a exigir JUSTIÇA por nós e por melhores condições de aprendizagem dos nossos alunos!

SIC: https://sicnoticias.sapo.pt/pais/2018-12-05-Sindicato-de-Todos-os-Professores-acusa-Governo-de-discriminacao-inadmissivel?fbclid=IwAR0weGG7U5sAHqanZ5hk99EAIa1EOtXwLGo5cLesdNtCXfr5EXuSaGUpQnI

24sapo: https://24.sapo.pt/atualidade/artigos/stop-contra-discriminacao-por-nao-participar-em-reuniao-no-ministerio-da-educacao

TVI:

Uma negociação fantasma e discriminatória

Hoje assistimos a mais um episódio miserável na forma de gerir a pasta da Educação no território continental (!). Nada mudou na INTRANSIGÊNCIA do ME: nem no ultimato provocatório, nem na culpabilização dos sindicatos, nem nos simulacros de negociações, nem na arrogância pela discriminação do Sindicato de Todos os Professores (S.TO.P.). Lembremos que a única satisfação que o S.TO.P. obteve, em julho, indicava que seríamos convocados "oportunamente", o que não voltou a acontecer. Má Educação.Ainda assim dirigentes do S.TO.P. marcaram presença à porta do ME, aquando da reunião, convocando as principais estação televisivas e órgãos de comunicação para prestar declarações. O S.TO.P. não vai desistir de exigir 9 anos, 4 meses e dois dias! Nem da luta contra o amianto escolar, a precariedade (nas AEC e contratados), os lesados da segurança social, a exaustão que vive atualmente o corpo docente que degrada as condições de aprendizagem das nossas crianças e jovens, etc….como denunciamos, por exemplo, à TVI.Não cedemos à MÁ EDUCAÇÃO e continuamos a exigir JUSTIÇA por nós e por melhores condições de aprendizagem dos nossos alunos!

Pubblicato da S.TO.P su Mercoledì 5 dicembre 2018

O S.TO.P. prepara novo arranque para a luta

Colegas, temos lido alguns comentários a estranhar a “paragem” do S.TO.P., nomeadamente na convocatória de greves.

ATENÇÃO colegas, não podemos confundir o que S.TO.P gostaria, ou os nossos desejos pessoais, com a realidade em que se encontram as condições atuais da mobilização da classe, após a oportunidade desperdiçada em junho-julho, pela quase totalidade das organizações sindicais.

Já demonstrámos, inequivocamente, que somos um sindicato diferente e que, quando há condições de mobilização, conseguimos FAZER O QUE AINDA NÃO FOI FEITO em defesa da Escola pública.

NO ENTANTO NÃO SE FAZEM OMELETES SEM OVOS…
O S.TO.P. conta, quase exclusivamente, com as capacidades de mobilização da classe docente. Como organização sindical, para já, ainda temos uma logística incomparavelmente inferior aos sindicatos/federações tradicionais (alguns com centenas de funcionários exclusivamente para o trabalho sindical, enquanto o S.TO.P. continua com TODOS os seus dirigentes e ativistas com horário completo nas escolas).

Mas, neste momento, de menor mobilização na nossa classe docente, o S.TO.P. NÃO ESTÁ PARADO. Continuamos em defesa da nossa classe docente:

•a juntar forças em manifestações em defesa da nossa classe (ex: manifestação dos colegas lesados da segurança social em Braga, Celorico de Basto e agora, em novembro, no Porto);

•a auscultar colegas dentro e fora das escolas (temos estado e ido às escolas);

estudar a viabilidade e tentar concretizar algumas das propostas de luta que temos recebido desses colegas;

•trabalhamos em processo judicial contra o ME e alguns directores e ainda na impugnação à portaria de 3 de agosto;

•Reunimos com os diversos grupos no Parlamento (onde incluímos a defesa da ILC);

• Estamos a trabalhar para cumprir as exigências legais para a manutenção da nossa legalidade como sindicato (respondendo aos ataques de vários poderes instalados). SÓ ISSO PODERÁ GARANTIR QUE NO FUTURO, quando houver condições, A CLASSE DOCENTE POSSA VOLTAR A CONTAR COM O S.TO.P. para marcar as lutas que decidir (como aconteceu em junho/julho passado);

•respondemos às dúvidas de colegas (apesar de nesta fase nos ser impossível responder atempadamente a todas as largas centenas que recebemos e, por isso, para tentarmos ser maís céleres, criámos um email exclusivamente para associados).

O S.TO.P. prepara a sua organização para podermos dinamizar a luta necessária e mais forte pelos direitos e reivindicações dos professores.

Neste sentido, conseguimos uma parceria no apoio jurídico aos sócios com um dos mais experientes escritórios de advogados de direito laboral do país (Escritório Garcia Pereira).

O S.TO.P. não é sectário e por isso participamos em greves dinamizada por outros sindicatos docentes (nós, independentemente da nossa opinião sobre as greves convocadas por outros, não sabotamos qualquer greve de outros sindicatos).

Quando a classe voltar a mobilizar-se – e isso, mais cedo ou mais tarde, voltará a acontecer – mais uma vez se verá quem puxa a luta para a frente e quem puxa para trás.

O S.TO.P. sem logística quase nenhuma já fez o que fez em junho e julho de 2018, imaginem o que poderemos fazer se tivermos mais sócios/logística.

DÁ FORÇA (sindicaliza-te) a quem já demonstrou que não tem amarras a outros interesses sem ser aos professores.

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Novo protesto dos Professores Lesados pela S.S.

O S.TO.P. mais uma vez vai juntar forças a esta iniciativa de colegas lesados da segurança social. Para nós, não nos interessa quem toma a iniciativa, o importante é se a iniciativa é a favor de RESPEITO e JUSTIÇA para a nossa classe docente.

O S.TO.P. estará presente com vários dirigentes e como sempre disponibilizaremos o nosso aparelho de som para que TODOS possam falar (o S.TO.P. também surgiu para dar VOZ AOS SEM VOZ).

Esperamos que desta vez, ao contrário do que aconteceu em vários protestos anteriores durante este ano (ex: Braga em setembro ou no Porto em Novembro), o S.TO.P. NÃO SEJA o único sindicato a ajudar a mobilizar e a estar efetivamente ao lado desses colegas em mais este protesto: devido a esta injustiça podem ficar altamente lesados nomeadamente em direitos básicos como o subsídio de desemprego ou a reforma).

Se o S.TO.P. com poucos meses de existência e com pouca logística tenta ajudar no que pode esses (e outros) colegas imaginem o que poderíamos fazer com mais sócios por esta e muitas mais causas justas em defesa de quem trabalha na Escola Pública?

DÁ + FORÇA A UM SINDICALISMO DIFERENTE E REALMENTE INDEPENDENTE! Adere ao S.TO.P.

JUNTOS SOMOS + FORTES!Texto alt automático indisponível.

S.TO.P. à portaria de 3 de agosto!

Colegas, o S.TO.P. em junho/julho passado ousou FAZER O QUE AINDA NÃO TINHA SIDO FEITO pela classe docente, com uma greve às avaliações que só não foi vitoriosa porque o S.TO.P. esteve sozinho – quase sem logística/ sócios -, contra vários poderes instalados.

CONTINUAMOS a querer fazer o que ainda não foi feito pela nossa classe docente, por isso trabalhámos e conseguimos uma parceria com um dos melhores escritórios de advogados do país na área do direito laboral (E. Garcia Pereira).

Assim sendo, para além do processo conjunto contra o ME (e alguns diretores) – pelas ilegalidades cometidas em junho/julho -, depois de ter estudado a portaria de 3 de agosto, irá também avançar com uma IMPUGNAÇÃO À PORTARIA (a qual tenta mudar, de uma forma ignóbil, as regras de funcionamento dos Conselhos de Turma).

A nossa classe merece um melhor sindicalismo (verdadeiramente democrático e independente) e os melhores advogados do país.
Este sindicalismo para crescer, como NÃO RECEBE APOIOS DOS PARTIDOS, governos ou de empresas, precisa que mais professores se SINDICALIZEM para que, cada vez mais e melhor, possamos defender a Escola Pública e defender a classe como esta verdadeiramente merece.

Adere ao S.TO.P.

(aqui)

 JUNTOS SOMOS + FORTES!

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S.TO.P. em protesto com os Professores Lesados

 
Ontem, no Porto, os colegas do Grupo dos Professores Lesados pelos descontos à segurança social dinamizaram uma ação de protesto, em frente à Sede Distrital do Partido Socialista, uma vez mais com o total apoio e presença do S.TO.P., como sintetizou e publicou o colega Carlos Dobreira (https://www.facebook.com/photo.php?fbid=1923372431301224&set=p.1923372431301224&type=3&theater).
 
A ação de protesto contou com a cobertura da SIC, CMTV e agência LUSA, com eco noutros órgãos de comunicação social, como a TVI, o Jornal de Notícias e o Expresso.
 
Recorde-se que esta grave injustiça já lesou mais de 10.000 docentes – e continuará a lesar -, hipotecando o seu futuro (nomeadamente no seu direito ao subsídio de desemprego e reforma).
 
A questão já foi discutida no Parlamento e, para já, apenas se obteve uma recomendação favorável, sempre com a oposição do PS e a indiferença da Tutela/Governo.
 
O caminho é continuarmos unidos, com a esperança de que mais colegas se juntem brevemente a esta luta, bem como os restantes sindicatos que, para já, infelizmente, ainda não manifestaram ativamente o seu apoio, apesar dos contatos que levamos a cabo.
 
JUNTOS SOMOS + FORTES!
 
 
 
 
 

NOVO APELO A RICARDO RIO PELA DIGNIFICAÇÃO DOS DOCENTES DAS AEC EM BRAGA

Hoje, em Braga, numa reunião de militantes do PSD com a presença de Rui Rio, recordei o apelo feito ao Presidente da Câmara Municipal, Ricardo Rio, para a dignificação dos docentes das AEC.
Vivem-se momentos de precariedade laboral e de instabilidade familiar.

A 19 de setembro, várias docentes das AEC estiveram presentes na reunião do Executivo Municipal e onde alertaram para a situação de fragilidade laboral em que se encontram.

Como representante do S.T.O.P., apresentei a solidariedade para com as colegas e exortei o edil a dar o exemplo lutando pela dignidade das AEC e fazendo diligências junto do Governo para o efeito.

Texto/créditos: Carlos Manuel Dobreira

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Conclusões das reuniões com os partidos políticos

Nos últimos dias, o S.TO.P. tem reunido no parlamento com vários partidos para auscultar as suas posições e fazer passar a nossa mensagem.

Ao nosso pedido durante o mês de outubro para reunir com os partidos com assento parlamentar (sobre a ILC e o OE) responderam-nos (por ordem cronológica) o CDS, PSD, PS, BE e o PCP. Até agora já houve reuniões com o CDS, PSD, BE e o PCP.

Os principais assuntos focados pela delegação do S.TO.P. foram a ILC, o OE e a questão do tempo de serviço docente apagado mas não nos esquecemos de reiterar, entre outros, os problemas da precariedade, da gestão não democrática e dos atropelos à saúde de docentes, alunos e funcionários (ex: amianto e má alimentação nas escolas).

Sobre a ILC e face às nossas informações, estranhamente, os vários partidos afirmaram desconhecer alguns dos entraves burocráticos à sua concretização, mas foram unânimes em considerar que, tal como está, a ILC não teria hipótese de aprovação.

Todos os partidos concordaram que a acção do governo tem carecido de transparência e responsabilidade pelas expectativas não cumpridas e pela recusa em responder a muitas questões. O executivo tem vindo a adiar a promulgação do decreto dos 2 anos para que entre em vigor apenas em 2019.

Os partidos em questão foram unânimes em considerar que cabe aos sindicatos (não aos partidos) negociar com o governo as modalidades dessa recuperação. No entanto o S.TO.P. não concorda e considera que tendo em consideração que é dos O.E. que é retirado os recursos financeiros que poderão contemplar todo o tempo de serviço efetivamente trabalhado pelos professores (9 anos, 4 meses e 2dias) teria todo o sentido que fosse no parlamento (através do O.E. de 2019) que se decidisse sobre esta importante questão para a classe docente.

Por isso expressámos o grande desacordo e desilusão que sentimos da classe docente face ao contributo decisivo do BE e do PCP na aprovação deste O.E. que não contemplou esta justa reivindicação dos professores (942).

 

Resultado de imagem para parlamento

Dia 17 – Manifestação Lesados da Segurança Social

O S.TO.P. veio para ajudar a construir um novo tipo de sindicalismo docente.

Além de democrático e independente, também somos um sindicato não sectário. Isso é evidente quando já demonstrámos não ter problemas em juntar forças com iniciativas que outros colegas dinamizam (ex: ILC, manifestações nacionais 19 de maio e 5 de outubro, iniciativas de colegas lesados dos concursos 25 de agosto ou da segurança social, etc).

Por isso, mais uma vez, o S.TO.P. ajuda a mobilizar para a manifestação neste dia 17 de novembro, no Porto, dinamizada pelos colegas lesados da segurança social em que a Comissão Instaladora (direção provisória) do S.TO.P. estará representada.

Apelamos a que todos os colegas (do quadro, contratados, AEC, etc) participem em solidariedade: HOJE SÃO ESTES COLEGAS A SEREM ALVO DESTA GRANDE INJUSTIÇA, AMANHÃ PODERÃO SER OUTROS.

Enviámos um email a todos os sindicatos/federações docentes para que façam o mesmo (se não puderem estar presentes que pelo menos ajudem a divulgar nas suas páginas/sites): JUNTOS SOMOS + FORTES!

https://docs.google.com/…/1FAIpQLSdf3VdNIyWXnp8RUU…/viewform

Governo transfere competências para municípios na Educação e na cultura:

Este governo/ME – mais uma vez apesar da sua narrativa – continua a atacar a Escola Pública, agora numa nova vertente (contrariamente ao que chegou a afirmar), quase em surdina. Continuamos a assistir à desestruturação de algo que se pretende de qualidade, livre e democrática para todos.

A municipalização da Educação que já ocorria em muitas escolas, começará com os funcionários não docentes mas, depois, direta ou indiretamente, serão também os professores, muito provavelmente – “sujeitos” aos interesses/vontades dos municípios. Sabemos bem o PERIGO que isso representa, não só em termos de uma (ainda) maior falta de verbas para as Escolas, como também para uma ameaça de favorecimento/jogadas/partidarização, dos concursos/seleção docente.

Somos CONTRA a esta ofensiva à Escola Pública: hoje são os funcionários não docentes, amanhã poderemos ser nós!

Aqui temos mais um exemplo da importância e da necessidade de JUNTARMOS FORÇAS na luta com os funcionários não docentes.

Só é preciso vontade e humildade…

(Aprovado em Conselho de Ministros: https://www.portugal.gov.pt/pt/gc21/comunicacao/noticia?i=governo-transfere-competencias-para-municipios-na-educacao-e-na-cultura)

 

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Não esquecemos: 10 anos do 8 de novembro

Há 10 anos houve possivelmente a maior manifestação de professores do Mundo (em termos relativos): 8 de março com repetição a 8 de novembro.

Ou seja, 120 000 professores numa manifestação em Lisboa seria o equivalente a 600 000 professores numa manifestação em Paris (e isso nunca aconteceu). F

IZEMOS HISTÓRIA MAS NÃO BASTA FAZÊ-LA, QUEREMOS TRANSFORMAR EFETIVAMENTE A REALIDADE A FAVOR DE QUEM TRABALHA NAS ESCOLAS.

Por isso mais do que assinalar meramente esta data, consideramos que depois do que aconteceu na recente luta/greve docente de junho e julho é fundamental perceber por que também em 2008, mesmo com 120 000 professores na rua, a classe docente não saiu vitoriosa contra a Ministra Maria de Lurdes Rodrigues e a maioria das suas políticas anti-educativas.

O QUE FALTOU PARA OS PROFESSORES GANHAREM?
Nesse dia, perante 120 000 docentes na rua, os sindicatos tradicionais uniram-se mais uma vez num “plano de luta” claramente insuficiente de manifestações regionais para finais de novembro e apenas 1 dia de greve para o ano seguinte, a 19 de janeiro 2009 (levando previsivelmente a luta dos professor@s a esmorecer e dando tempo de recuperação à Ministra Maria de Lurdes Rodrigues, que, ao não ser derrotada, foi depois implacável com a classe docente) http://www.fenprof.pt/?aba=27&cat=313&doc=3733&mid=115

MAS A CLASSE DOCENTE EM 2008 QUERIA UMA LUTA + FORTE?
A 11 de novembro 2008, quando docentes da região de Braga, legitimamente revoltados com o insuficiente “plano de luta” de 8 de novembro, marcam (infelizmente sem o apoio de nenhum sindicato) um plenário de professor@s onde apareceram mais de 600 colegas. Nesse plenário, onde tod@s os colegas puderam falar, foi aprovado democraticamente (apenas com 3 votos contra) uma greve até a ministra e a sua política caírem. Obviamente os colegas do plenário, sabendo que não podiam marcar greves, apelaram a todos os sindicatos docentes para que, pelo menos algum, marcasse rapidamente, enquanto havia mobilização dos docentes, a greve decidida democraticamente por tantos colegas. Mais uma vez, todos os sindicatos se uniram (contra a vontade da classe) e marcaram apenas 1 dia de greve e apenas para meados de dezembro…http://horariosescolares.blogs.sapo.pt/80612.html
Se nenhum dos sindicatos docentes tradicionais quis respeitar a decisão deste plenário regional (o maior de sempre) por que não marcaram plenários regionais semelhantes em novembro de 2008? Por que não quiseram ouvir a vontade da classe docente quando havia mobilização?

SE O S.TO.P. EXISTISSE EM 2008 ESSA LUTA TERIA SIDO COMPLETAMENTE DIFERENTE!

A unidade que o S.TO.P. defende é a unidade com os professores que estão diariamente nas escolas e não a unidade nas “cúpulas” muitas vezes contra a vontade da maioria da classe. Como demonstrámos em junho/julho e apesar das constantes calúnias, não temos qualquer agenda partidária ou outra, por isso, quando havia condições, ousámos fazer o que ainda não tinha sido feito. No S.TO.P. quem manda são os professores e mais ninguém.

Acreditamos que a nossa classe tem memória e sobretudo futuro, por nós e pelos nossos alunos/filhos/netos!

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