O S.TO.P. à frente de mais duas Escolas (Filipa de Lencastre em Lisboa) e da AERT (Porto) onde a greve continua (das cerca de 200 escolas em todo o país):

“Há dinheiro para as parcerias público privadas, há dinheiro para as reformas vitalícias dos políticos (com direito a retroativos)…. E nós não estamos a pedir aumentos salariais, nem retroativos, estamos a pedir simplesmente que nos contem O TEMPO DE SERVIÇO QUE EFETIVAMENTE PRESTÁMOS NAS NOSSAS ESCOLAS“.

JUNTOS SOMOS + FORTES!