A toda a classe docente tentam tirar 6 anos, 6 meses e 3 dias, a alguns tiram a própria vida!

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É com pesar que partilhamos que mais um de nós morreu a trabalhar. A colega Marina Cabral, da Escola Secundária Campos Melo, na Covilhã. Infelizmente sabemos que se trata de “apenas” mais um caso de uma colega que foi para além do seu limite, a trabalhar para a escola.

São incontáveis os casos de colegas que têm ficado de alguma forma limitados, ou mesmo, incapacitados, já para não falar do enorme número de professores totalmente desgastados física e psicologicamente.

Se dúvidas houvesse que a classe docente está sobrecarregada de trabalho e/ou em burnout, estes exemplos são paradigmáticos!

Voltámos a contactar o Presidente da República e o Ministro da Educação (com conhecimento do Primeiro Ministro) a solicitar uma reunião de emergência e uma tomada de posição sobre estes casos (como fizemos recentemente nos casos de violência contra professores).

Vamos continuar a lutar por justiça e melhores condições de trabalho para todos nós e para os nossos alunos: http://sindicatostop.pt/colegas-final-do-ano-2018-2019-e-a…/

Mas enquanto não conseguirmos travar esta desumanização, temos e devemos saber dizer NÃO ao excesso de trabalho que algumas Direções e o Ministério da Educação nos querem impor.

Se, mesmo assim, os superiores hierárquicos continuarem a pressionar de forma indecente, contacta-nos através do s.to.p.assedio@gmail.com

Estas políticas deseducativas não cessam de querer tirar-nos tempo de serviço (6 anos, 6 meses e 23 dias), dignidade, como ameaçam a própria vida….

Não te deixes pressionar, não estás sozinho, contacta-nos:

JUNTOS SOMOS + FORTES!