Novo protesto dos Professores Lesados pela S.S.

O S.TO.P. mais uma vez vai juntar forças a esta iniciativa de colegas lesados da segurança social. Para nós, não nos interessa quem toma a iniciativa, o importante é se a iniciativa é a favor de RESPEITO e JUSTIÇA para a nossa classe docente.

O S.TO.P. estará presente com vários dirigentes e como sempre disponibilizaremos o nosso aparelho de som para que TODOS possam falar (o S.TO.P. também surgiu para dar VOZ AOS SEM VOZ).

Esperamos que desta vez, ao contrário do que aconteceu em vários protestos anteriores durante este ano (ex: Braga em setembro ou no Porto em Novembro), o S.TO.P. NÃO SEJA o único sindicato a ajudar a mobilizar e a estar efetivamente ao lado desses colegas em mais este protesto: devido a esta injustiça podem ficar altamente lesados nomeadamente em direitos básicos como o subsídio de desemprego ou a reforma).

Se o S.TO.P. com poucos meses de existência e com pouca logística tenta ajudar no que pode esses (e outros) colegas imaginem o que poderíamos fazer com mais sócios por esta e muitas mais causas justas em defesa de quem trabalha na Escola Pública?

DÁ + FORÇA A UM SINDICALISMO DIFERENTE E REALMENTE INDEPENDENTE! Adere ao S.TO.P.

JUNTOS SOMOS + FORTES!Texto alt automático indisponível.

S.TO.P. em protesto com os Professores Lesados

 
Ontem, no Porto, os colegas do Grupo dos Professores Lesados pelos descontos à segurança social dinamizaram uma ação de protesto, em frente à Sede Distrital do Partido Socialista, uma vez mais com o total apoio e presença do S.TO.P., como sintetizou e publicou o colega Carlos Dobreira (https://www.facebook.com/photo.php?fbid=1923372431301224&set=p.1923372431301224&type=3&theater).
 
A ação de protesto contou com a cobertura da SIC, CMTV e agência LUSA, com eco noutros órgãos de comunicação social, como a TVI, o Jornal de Notícias e o Expresso.
 
Recorde-se que esta grave injustiça já lesou mais de 10.000 docentes – e continuará a lesar -, hipotecando o seu futuro (nomeadamente no seu direito ao subsídio de desemprego e reforma).
 
A questão já foi discutida no Parlamento e, para já, apenas se obteve uma recomendação favorável, sempre com a oposição do PS e a indiferença da Tutela/Governo.
 
O caminho é continuarmos unidos, com a esperança de que mais colegas se juntem brevemente a esta luta, bem como os restantes sindicatos que, para já, infelizmente, ainda não manifestaram ativamente o seu apoio, apesar dos contatos que levamos a cabo.
 
JUNTOS SOMOS + FORTES!
 
 
 
 
 

Dia 17 – Manifestação Lesados da Segurança Social

O S.TO.P. veio para ajudar a construir um novo tipo de sindicalismo docente.

Além de democrático e independente, também somos um sindicato não sectário. Isso é evidente quando já demonstrámos não ter problemas em juntar forças com iniciativas que outros colegas dinamizam (ex: ILC, manifestações nacionais 19 de maio e 5 de outubro, iniciativas de colegas lesados dos concursos 25 de agosto ou da segurança social, etc).

Por isso, mais uma vez, o S.TO.P. ajuda a mobilizar para a manifestação neste dia 17 de novembro, no Porto, dinamizada pelos colegas lesados da segurança social em que a Comissão Instaladora (direção provisória) do S.TO.P. estará representada.

Apelamos a que todos os colegas (do quadro, contratados, AEC, etc) participem em solidariedade: HOJE SÃO ESTES COLEGAS A SEREM ALVO DESTA GRANDE INJUSTIÇA, AMANHÃ PODERÃO SER OUTROS.

Enviámos um email a todos os sindicatos/federações docentes para que façam o mesmo (se não puderem estar presentes que pelo menos ajudem a divulgar nas suas páginas/sites): JUNTOS SOMOS + FORTES!

https://docs.google.com/…/1FAIpQLSdf3VdNIyWXnp8RUU…/viewform

Não esquecemos: 10 anos do 8 de novembro

Há 10 anos houve possivelmente a maior manifestação de professores do Mundo (em termos relativos): 8 de março com repetição a 8 de novembro.

Ou seja, 120 000 professores numa manifestação em Lisboa seria o equivalente a 600 000 professores numa manifestação em Paris (e isso nunca aconteceu). F

IZEMOS HISTÓRIA MAS NÃO BASTA FAZÊ-LA, QUEREMOS TRANSFORMAR EFETIVAMENTE A REALIDADE A FAVOR DE QUEM TRABALHA NAS ESCOLAS.

Por isso mais do que assinalar meramente esta data, consideramos que depois do que aconteceu na recente luta/greve docente de junho e julho é fundamental perceber por que também em 2008, mesmo com 120 000 professores na rua, a classe docente não saiu vitoriosa contra a Ministra Maria de Lurdes Rodrigues e a maioria das suas políticas anti-educativas.

O QUE FALTOU PARA OS PROFESSORES GANHAREM?
Nesse dia, perante 120 000 docentes na rua, os sindicatos tradicionais uniram-se mais uma vez num “plano de luta” claramente insuficiente de manifestações regionais para finais de novembro e apenas 1 dia de greve para o ano seguinte, a 19 de janeiro 2009 (levando previsivelmente a luta dos professor@s a esmorecer e dando tempo de recuperação à Ministra Maria de Lurdes Rodrigues, que, ao não ser derrotada, foi depois implacável com a classe docente) http://www.fenprof.pt/?aba=27&cat=313&doc=3733&mid=115

MAS A CLASSE DOCENTE EM 2008 QUERIA UMA LUTA + FORTE?
A 11 de novembro 2008, quando docentes da região de Braga, legitimamente revoltados com o insuficiente “plano de luta” de 8 de novembro, marcam (infelizmente sem o apoio de nenhum sindicato) um plenário de professor@s onde apareceram mais de 600 colegas. Nesse plenário, onde tod@s os colegas puderam falar, foi aprovado democraticamente (apenas com 3 votos contra) uma greve até a ministra e a sua política caírem. Obviamente os colegas do plenário, sabendo que não podiam marcar greves, apelaram a todos os sindicatos docentes para que, pelo menos algum, marcasse rapidamente, enquanto havia mobilização dos docentes, a greve decidida democraticamente por tantos colegas. Mais uma vez, todos os sindicatos se uniram (contra a vontade da classe) e marcaram apenas 1 dia de greve e apenas para meados de dezembro…http://horariosescolares.blogs.sapo.pt/80612.html
Se nenhum dos sindicatos docentes tradicionais quis respeitar a decisão deste plenário regional (o maior de sempre) por que não marcaram plenários regionais semelhantes em novembro de 2008? Por que não quiseram ouvir a vontade da classe docente quando havia mobilização?

SE O S.TO.P. EXISTISSE EM 2008 ESSA LUTA TERIA SIDO COMPLETAMENTE DIFERENTE!

A unidade que o S.TO.P. defende é a unidade com os professores que estão diariamente nas escolas e não a unidade nas “cúpulas” muitas vezes contra a vontade da maioria da classe. Como demonstrámos em junho/julho e apesar das constantes calúnias, não temos qualquer agenda partidária ou outra, por isso, quando havia condições, ousámos fazer o que ainda não tinha sido feito. No S.TO.P. quem manda são os professores e mais ninguém.

Acreditamos que a nossa classe tem memória e sobretudo futuro, por nós e pelos nossos alunos/filhos/netos!

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Greve a partir de 29 de outubro e 2 de novembro

Intransigência do governo e aldrabice no OE 2019, exigem reagrupar forças e preparar formas de luta eficazes:

1) O OE 2019 que vai ser aprovado despreza os direitos dos professores. Lamentavelmente, as “linhas vermelhas” que exigiam o respeito pelo professores e a devolução do tempo de serviço roubado, desapareceram nos discursos da esquerda parlamentar, bem como na decisão de voto favorável a este orçamento a mando das “preocupações” de Bruxelas;

2) Defraudados mais uma vez, a nossa classe tem de retomar um caminho sério de mobilização, retirar as lições do passado recente e aproveitar as oportunidades de voltar a fazer luta mais forte. É esse caminho que temos de construir, todos juntos;

3) Os sindicatos da chamada “Plataforma Sindical” (que agrupa a Fenprof, a FNE e mais 8 sindicatos) convocaram uma greve às reuniões e actividades letivas que não estão contempladas no horário letivo e em tempo de não interrupção letiva. A greve inicia-se na segunda-feira dia 29 de Outubro e pode prolongar-se a todo o ano letivo. Enquadra-se na contestação às provocações e à política deste ministério e governo e, nesse sentido, será mais uma expressão do descontentamento dos professores;

4) Para que a nossa classe possa vencer a luta que iniciámos pela recuperação do tempo de serviço e demais reivindicações (contra as precariedades, reformas dignas, gestão democrática nas escolas, etc.) teremos de construir outras formas de luta mais fortes e eficazes durante este ano lectivo de 2018/2019. Assim, este tipo de greve agora convocada pela “Plataforma sindical” não será impeditivo nem alternativo a outras formas de luta e/ou greve a realizar, logo que existam melhores condições de mobilização da classe;

5) A greve da Função Pública, realizado na sexta-feira dia 26 de Outubro, já mostrou que se pode conseguir melhor eficácia na mobilização, mesmo na atual fase da luta. Os professores precisam de debater e construir um plano de luta que aproveite todas as oportunidades e momentos eficazes para uma ação mais forte, nomeadamente nos momentos decisivos do calendário escolar. É esse o desafio que nos está colocado e temos de o vencer com a maior unidade na classe;

6) Estaremos também, mais uma vez sem qualquer sectarismo, a juntar forças, na concentração/plenário nacional dinamizado pela Plataforma sindical previsto para dia 2 de novembro no Parlamento (quando está prevista a presença do Ministro da Educação). Esperemos que seja um plenário verdadeiramente democrático (onde todos os professores presentes possam usar da palavra e eventualmente apresentar propostas). O S.TO.P. estará presente para mais uma vez exigir a demissão deste ministro e da sua equipa mais próxima: BASTA de ROUBO, MENTIRA, ILEGALIDADE E AUTORITARISMO!

Esperamos que desta vez mais sindicatos se juntem neste pedido de demissão de uma forma inequívoca: JUNTOS SOMOS + FORTES!

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Pela DEMOCRACiA

Não podemos ficar indiferentes quando há o sério risco de um candidato racista, machista, homofóbico, contra a natureza, defensor da ditadura e dos assassinatos políticos, etc. chegar à presidência de qualquer país do mundo. Isso poderia significar a barbárie total a chegar a um país e por consequência à sua Escola Pública (e a todos que lá trabalham: professores, funcionários, psicólogos e alunos).

O S.TO.P. está totalmente solidário com todas as forças democráticas que neste momento lutam contra um candidato de extrema direita no Brasil. E mais que solidários nas redes sociais, estaremos presente hoje nesta iniciativa em Coimbra (organizada pelo Coletivo Solidariedade Internacionalista) e apelamos a que mais pessoas participem neste evento.

JUNTOS SOMOS + FORTES!

Evento: https://www.facebook.com/events/355214698551625/

 

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Reuniões com os grupos parlamentares

Colegas, face à situação que nos encontramos relativamente ao próximo Orçamento de Estado e à Iniciativa Legislativa Cidadã (ILC) o S.TO.P. solicitou reuniões com todos os partidos com assento parlamentar. E já tivemos resposta de três partidos: CDS, PS e BE. Hoje tivemos a primeira reunião com o CDS, na quinta-feira teremos com o PS e segunda de manhã com o BE. No final de todas essas reuniões iremos publicar um balanço geral.

NÃO DESISTIMOS de lutar por JUSTIÇA e RESPEITO para a nossa classe em várias frentes (greves, manifestações, tribunais, reuniões com várias entidades, etc).

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MANIFESTAÇÃO no dia 5 de outubro

No Dia Mundial do Professor e com todos os problemáticas que se arrastam e afetam a nossa classe, devemos dar um sinal de FORÇA e UNIÃO!

O S.TO.P. convida todos os colegas a trazer as suas reivindicações e a juntarem-se a nós em Lisboa. Como sempre, democraticamente, o uso da palavra será de todos por igual.

Os colegas que se deslocarem do Norte ou Centro poderão juntar-se a um grupo de colegas que está a organizar transporte coletivo.
Contato e inscrições: filipamp@gmail.com

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A greve e a manifestação de 5 de outubro

Todos sabemos que a classe docente e a Escola Pública têm sofrido ataques profundos e sistemáticos há mais de uma década. Na passada greve às reuniões de avaliação, o novo sindicato docente dinamizou um plano de luta expressivo (baseado em várias sondagens independentes de bloggers docentes), criando as condições necessárias para a luta da classe, a qual poderia ter obrigado o governo a ceder perante as nossas justas reivindicações.

Infelizmente não logramos as reivindicações da classe porque, mais uma vez, houve quem não quis aproveitar mais uma oportunidade histórica (como em 2008, por exemplo), não contribuindo para unir a classe docente contra o ME, chegando tarde e partindo cedo demais nessa greve histórica de junho/julho de 2018.

Os diferentes governos que têm atacado a Escola Pública por sua vez, também têm atacado de forma semelhante outros sectores, porque sabem que se nos unirmos somos mais fortes. Por isso compreendemos o sentido da greve geral da função pública aparentemente marcada para 26 de outubro (só não se percebe porque é tão tardia e mesmo no último dia útil antes da votação na generalidade do O.E.)…

O S.TO.P. pretende ajudar a criar um novo tipo de sindicalismo docente, não sectário, mais democrático e verdadeiramente independente, por isso não tivemos qualquer dúvida em apoiar a Iniciativa Legislativa Cidadã (ILC) que o Poder já demonstrou querer inviabilizar.

Hoje, como se pode ver na sondagem independente (www.comregras.com/resultados-pretende-aderir-a-greve-de-professores-entre-1-e-4-de-outubro/), a classe docente está praticamente dividida sobre o que fazer relativamente à greve, por regiões, de 1 a 4 de outubro marcada pela “Plataforma sindical”.

O S.TO.P. considera esta forma de luta insuficiente para o incremento da mobilização necessária para enfrentar as políticas deseducativas do ME, o que de resto traduz o que fomos ouvindo junto da classe docente, nomeadamente, no Encontro Nacional e em reuniões pelo país.

Contudo, perante mais uma batalha entre o ME e os professores, o S.TO.P. em prol da união apoia a adesão de colegas a mais uma forma de contestação à política do ME e em defesa das reivindicações de toda a classe docente.

Terão de ser aproveitadas as próximas oportunidades que resultam de um calendário onde temos a aprovação do OE no mês de outubro deste ano e os processos eleitorais do ano de 2019. Os poderes públicos terão de enfrentar a justa luta e reivindicações dos professores em todos estes momentos, até que nos seja devolvido o que é devido e que a dignidade da escola pública seja reposta com os devidos investimentos.

Para expressarmos na rua a nossa contestação, o S.TO.P. apela também à participação na Manifestação a realizar no dia 5 de outubro, em Lisboa (15h – Alameda Afonso Henriques), onde o S.TO.P. também estará presente.

Balanço da «Caravana em defesa da Escola Pública»

Colegas, a Caravana em defesa da Escola Pública percorreu mais de 2400 km por Portugal Continental…

Passámos por 14 distritos onde nomeadamente deixámos muitas folhas da ILC (dos previstos apenas não conseguimos ir ao Distrito de Portalegre e Santarém devido aos nossos ativistas terem sido colocados entretanto).

Ajudámos a denunciar temas pouco ou nada abordados e contactámos com centenas de professores do Minho ao Algarve passando pelo interior.

Fizemos sessões em escolas, em praças, em bibliotecas,etc e registámos propostas de luta e sugestões para o futuro.

Queremos agradecer toda a simpatia e generosidade demonstrada por inúmeros colegas que não iremos esquecer.

Em particular a generosidade do colega que nos emprestou gratuitamente (e confiou) a sua autocaravana (que comprou porque estava cansado de, todos os anos, procurar quarto/casa numa localidade diferente…). Como muitos colegas nos disseram “essa Autocaravana simboliza bem a nossa instabilidade/precariedade” que a maioria da sociedade desconhece.

Mais uma vez ficou evidente que a classe docente é constituída por seres humanos incríveis que podem ajudar a restituir a esperança de todos nós.

JUNTOS SOMOS + FORTES!

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