Ataque ilegal gravíssimo!

Colegas, face a mais este ataque ilegal gravíssimo do ME não pode haver mais dúvidas.

Depois do roubo do tempo de serviço, das mentiras sucessivas, da chantagem, da desconsideração e desrespeito total, este ME está a questionar direitos fundamentais de todos os trabalhadores: o seu direito à greve e o seu direito às férias.

O ME que mesmo com colégio arbitral a definir serviços mínimos não conseguiu derrotar a nossa greve histórica, agora tenta “simular” que é ele próprio um novo colégio arbitral a definir novos “serviços mínimos”…

ASSIM NÃO PODE HAVER DÚVIDAS, este conjunto de ataques não é só contra a classe docente, nem “apenas” contra a liberdade/democracia na Escola Pública mas sobretudo um ATAQUE PROFUNDO À LIBERDADE/DEMOCRACIA DE TODA A NOSSA SOCIEDADE.

É esta a sociedade (sem direitos democráticos) que queremos deixar aos nossos alunos/filhos/netos?

Consequentemente o S.TO.P. enviou o seguinte email (anexo) a todos os sindicatos/federações docentes mas também aos principais sindicatos/federações sindicais (ex: CGTP e UGT).

Todos são bem-vindos na sessão pública do S.TO.P. este sábado, 21 de julho, às 18h, em Coimbra na Rua António Bentes n.5, r/chão, L.1.

JUNTOS SOMOS + FORTES!

Foto de S.TO.P.

SPDA em greve

Colegas, pelo menos + um sindicato docente mantém a histórica e + longa greve de professores em Portugal.

O Sindicato Democrático dos Professores dos Açores (SPDA) mantém a greve, até pelo menos 27 de julho, como podem verificar aqui:
https://www.sdpa.pt/index.php?pg=inicio&mode=det&id=1287

Neste momento em + de 200 escolas, por todo o país, a greve continua (total ou parcialmente) após 13 de julho.

JUNTOS SOMOS + FORTES!

Convite aos sindicatos para tomarem posição

Colegas, enviámos esta manhã este email (anexo) a todos os sindicato/federações docentes.

É fundamental uma posição clara (em tempo útil) de todos (ou pelo menos alguns) sindicatos docentes (a maioria têm advogados em exclusividade para o sindicato e por isso rapidamente poderão confirmar mais esta ilegalidade).

Se essa eventual posição – clara – surgir apenas daqui a muitas horas (e não em “tempo útil”), o “estrago” pretendido pelo ME já poderá ter sido conseguido (lançar o medo/confusão/desinformação entre os nossos colegas que estão nas escolas)…

Para não haver dúvidas, consultem este post onde expressamos a solidariedade ao SPN (em abril de 2018).

JUNTOS SOMOS + FORTES!

Foto de S.TO.P.

Manifestação em frente à Assembleia da República

Colegas:

1.Perante um ataque sem precedentes à liberdade/democracia na Escola Pública (notas informativas de 11 junho, serviços mínimos, nota Dgest de 2 de julho, intimidações/ameaças várias, etc) era e é fundamental para o fortalecimento da luta docente uma manifestação nacional de professores;

2. Se alguém tivesse dúvidas disso, uma sondagem realizada pelo blogue comregras e blogue de ar Lindo demonstrou em poucos dias que a esmagadora maioria dos professores concordava com isso (em milhares de colegas consultados);

3. O S.TO.P. como sempre sem qualquer sectarismo, logo a 21 de junho voltou a enviar mais um email oficial a convidar todos os outros sindicatos/federações sindicais a reunir para juntarmos forças na organização dessa grande manifestação nacional (infelizmente até hoje, nenhum sindicato/federação nos respondeu);

4. Mesmo assim, os colegas legitimamente continuaram a pressionar para que o S.TO.P. dinamizasse na mesma algum protesto. Algo que ajudámos a fazer em 8 cidades dia 2 de julho (onde participaram mais de 1000 professores);

5. Tendo conhecimento de um apelo da CGTP para que todos os trabalhadores e população se juntassem a 6 de julho às 10h no parlamento contra os ataques deste governo, marcámos um protesto nacional para dia 6 de julho, pelas 10h, à frente do parlamento para tentar juntar colegas de norte a sul. No entanto, colegas de norte a sul informam-nos de grandes dificuldades de organizar transportes e o S.TO.P. ainda não dispõe de meios logísticos para resolver essa situação;

6.Nesse sentido, o S.TO.P. mantém o apelo à participação do protesto em defesa da liberdade/democracia na Escola Pública, às 10h, à frente do parlamento com a participação e intervenção do Professor Santana Castilho e do Dr. Garcia Pereira. Onde a partir das 11h30 tentaremos realizar algo que marque a posição e a presença clara dos professores presentes nessa manifestação. Face às dificuldades logísticas das diferentes regiões, fazemos um apelo especial para os professores da região de Lisboa para que estejam presentes.

Foto de S.TO.P.

SERÁ QUE O ME TEM MEDO DE NEGOCIAR COM O S.TO.P. ?

Colegas, como sabem, a atual greve às reuniões de avaliação começou a 4 de junho, tendo sido o S.TO.P. o único sindicato (apesar de mais uma vez ter convidado todos os sindicatos/federações sindicais docentes para juntar forças) a convocá-la e a mobilizar nesse sentido.

Depois do ministro dizer que os sindicatos não queriam negociar, a 14 de junho o S.TO.P., como é público, entregou uma proposta no ME para se iniciar uma negociação e, ainda, disponibilizámo-nos a reunir com carácter de urgência com o ministro.

Dia 2 de julho – no mesmo dia que os colegas da plataforma sindical entregaram um carta aberta -, mais uma vez o S.TO.P. entregou no ME esta mesma proposta (imagem) de forma a iniciar uma negociação sobre as reivindicações da greve com o ministro. No entanto, até agora, não recebemos nenhuma convocatória do ME e isto apesar do Ministro, a 3 de julho, ter convocado todos os outros sindicatos/federações docentes para reunir dia 11 de julho.

Será que o ME não vai convocar o S.TO.P.?!?
Como sabem, discriminação semelhante já tinha ocorrido no colégio arbitral, tristemente célebre pela unanimidade sobre os serviços mínimos. O S.TO.P. foi o único sindicato docente a quem não foi permitido indicar nenhum elemento representante dos trabalhadores para esse colégio arbitral (foi sorteado o representante dos trabalhadores de uma bolsa de juízes, todos indicados pelos colegas da plataforma sindical).

Mas não se preocupem colegas, mesmo que os outros sindicatos desconvoquem as suas greves, ou tentem parar esta luta histórica no dia 13 de julho, o S.TO.P. tem um pré-aviso de greve 100% legal já em vigor (ver no 1° comentário a este post), o qual dura até dia 31 de julho (e a partir de 6 de julho sem serviços mínimos).

Como podem verificar, o pré-aviso de greve do S.TO.P. de 2 a 31 de julho permite naturalmente que os professores façam greve quando bem entenderem durante esse período de tempo. Ou seja, os colegas podem intercalar à vontade dias em que fazem greve e outros dias em que eventualmente não o queiram fazer (ao contrário do que alguns insistem em confundir/mentir, para isso NÃO é preciso pré-avisos de greve diários). Se repararem, podem ver que o pré-aviso de greve do S.TO.P. de 4 a 15 de junho também não era um pré-aviso diário para cada um desses dias e milhares de colegas fizeram greve intercalada em dias diferentes e naturalmente NINGUÉM teve falta injustificada por isso. SOMOS PROFESSORES parem de nos tentar enganar!

O S.TO.P. nunca assinará nenhum acordo importante com o ME, ou desconvocará qualquer greve, sem antes auscultar democraticamente a nossa classe docente.

Juntos somos MESMO + fortes!

Foto de S.TO.P.

6 de junho às 10h (Parlamento)

Colegas, como sabem a classe docente está a ser alvo de um ataque ignóbil. Não só nos tentam roubar cerca de 25% de todo o tempo da nossa carreira, como nos tentar enganar/mentir, chantagear e agora chegam mesmo a tentar atropelar o nosso legítimo direito à greve com o serviços mínimos. Isto sem falar nos milhares de colegas contratados e das AEC que nem sequer carreira têm e que todos os anos estão sujeitos a uma precariedade que nos devia envergonhar a todos como país (por isso também uma das principais reivindicações do pré-aviso de greve do S.TO.P. é combater a precariedade docente).

Perante a dimensão deste ataque o S.TO.P., como é do conhecimento público, convidou a 21 de junho todos os sindicatos/federações sindicais docentes para reunir com urgência para equacionarmos a realização de uma grande manifestação nacional. Infelizmente até hoje nenhum sindicato/federação respondeu a esse nosso convite/email oficial…

Apesar disso, muitos colegas continuam a considerar que, para reforçar a luta nas escolas, era fundamental ter um protesto nacional para tentar quebrar o isolamento das lutas nas escolas e para tentar trazer mais destaque mediático para a nossa luta.

Reafirmamos o convite a todos os sindicatos/federações sindicais (docentes e não docentes), a toda a população em geral (independentemente da profissão) para que se solidarize e participe neste protesto nacional em defesa da liberdade/democracia na Escola Pública!

SE FICARMOS NEUTROS PERANTE UMA INJUSTIÇA, ESCOLHEMOS O LADO DO OPRESSOR!

Sexta, 6 de julho, às 10h à frente do parlamento (a chamada casa da democracia). O professor Santana Castilho já confirmou presença e irá intervir oralmente ao nosso lado. JUNTOS SOMOS + FORTES!

Foto de S.TO.P.

UNIR! Convite aos restantes sindicatos

Colegas, perante o endurecer das pressões contra a greve cada vez fica mais evidente que já não estamos a lutar apenas para exigir RESPEITO e JUSTIÇA para a nossa classe docente, mas também por LIBERDADE e DEMOCRACIA nas nossas escolas.

Para não deixar que as escolas fiquem isoladas na sua/nossa luta histórica, devemos dar um grande sinal de FORÇA e UNIDADE de que para defender uma Escola Pública de qualidade para todos (livre e democrática) estamos dispostos a parar o país!

Uma sociedade livre e democrática para nós e os nossos filhos/netos/alunos é indissociável de uma Escola Pública igualmente livre e democrática!

Nesse sentido, o S.TO.P. a 21 de junho enviou o seguinte CONVITE a todos os sindicatos/federações docentes:

“Colegas,

o S.TO.P. – Sindicato de tod@s @s professor@s dirige-se às direções de todas as federações/sindicatos docentes no sentido de propor uma reunião urgente de todos os sindicatos envolvidos na atual luta e greve dos docentes.

A intransigência do ME e a tentativa de atacar a greve em curso, quer pela ilegal “Nota Informativa” e pela pressão que parte da cadeia hierárquica está a exercer sobre os professores, quer pela possibilidade de imposição de serviços mínimos na greve de julho, colocam a necessidade de uma resposta unida e propiciadora de uma ainda maior mobilização dos professores com visibilidade e impacto nacional.

Nesse sentido o S.TO.P. propõe a todos as federações/sindicatos dos professores a realização de uma manifestação nacional em Lisboa, junto do ME e da Assembleia da República. A realizar-se este dia de luta, em nosso entender, este seria um reforço para a greve em curso e por outro lado enfraqueceria a atual intransigência do ME.

Esse dia de luta na rua devia realizar-se no máximo até à primeira quinzena de julho, em data e moldes a definir em reunião conjunta de todos os sindicatos interessados.

À partida, e dada a existência de uma Plataforma Sindical que já engloba a maioria dos Sindicatos e Federações, colocamos à sua decisão a data e local para a realização de uma reunião de todos os sindicatos tendo em vista a preparação dessa ação unitária de luta e manifestação.

O S.TO.P. aguardará a vossa resposta em relação à realização da reunião que, face à urgente necessidade de uma ainda maior resposta unitária dos professores aos ataques do ME, deverá realizar-se durante a próxima semana (25 a 29 de junho).

Podemos fazer história em defesa de toda a nossa classe docente!

Saudações sindicais,,
S.TO.P. Sindicato de tod@s @s professor@s”

Não esquecemos as CALÚNIAS contra os professores!

O novo sindicato de tod@s os professor@s, convidou todas as federações sindicais (FENPROF e FNE) e todos os outros sindicatos docentes a juntar forças para um processo conjunto contra a RTP pelas calúnias grosseiras de novembro passado.

Legalmente podemos avançar num processo contra a RTP até 6 meses após as calúnias (ou seja, até dia 15 de maio). No email que enviámos pedimos aos colegas que nos respondam até dia 15 de abril.
Quem concordar com esta iniciativa e esteja sindicalizado em outro sindicato pode solicitar que o seu sindicato nesta questão junte forças em defesa de toda a nossa classe docente.
NÃO ESQUECEMOS o que um canal público (pago por todos nós) fez contra nós!

Foto de S.TO.P.