Transferência de classificações

Colegas, entretanto já nos chegaram mais casos semelhantes de mais escolas (em que a nota do 2°Período passou automaticamente para o 3°Período).

Depois de nos limitarem o direito à greve e às férias, uma total desconsideração do trabalho realizado pelos alunos no 3°Período: VERGONHA TOTAL!

Estas e outras ilegalidades que ocorreram revelam que milhares de alunos tiveram uma AVALIAÇÃO FRAUDULENTA .

Não desistiremos de lutar por uma Escola Pública de qualidade e livre/democrática para todos (professores, funcionários, psicólogos e alunos).

JUNTOS SOMOS + FORTES!

https://www.publico.pt/2018/07/26/sociedade/noticia/notas-do-2-periodo-utilizadas-nas-pautas-do-final-do-ano-denuncia-sindicato-1839264

Respostas ao Miguel Sousa Tavares

Multiplicam-se as reações a mais uma mentira por parte de MST sobre os professores. A seu tempo o S.TO.P. irá levar a cabo uma reação formal, para a qual convidará os restantes sindicatos, como é apanágio.

Entretanto seguem duas reações que são dignas de partilha: uma CARTA aberta e um curto VÍDEO da autoria de 2 colegas:

“Caro MST
Ao longo das suas tendenciosas intervenções na TV como comentarista encartado, o Miguel procura, como outros seus colegas, vir ensinar ao povo aquilo que o povo deve pensar. De entre as piedosas intenções que todos lhe reconhecem, há o esforço permanente por denegrir por todas as maneiras a classe docente. Recorre às comparações mais absurdas e descabidas para demonstrar o indemonstrável, como a referência às operárias de Rabo de Peixe, e agora usa mesmo a mentira descabelada da exigência dos retroactivos.
Ora, toda a gente sabe, e o Miguel também, que os professores nunca exigiram retroactivos nenhuns. Apenas exigem (e disso nunca vão abdicar) a contagem integral do tempo de serviço. É óbvio que a verdade dos factos não lhe interessa. O seu único interesse é tentar voltar a opinião pública contra os professores. Mas o efeito é o oposto. A única coisa que consegue é conquistar o asco de um número crescente de portugueses. Parabéns Miguel. Está a conseguir.

José Oliveira, professor aposentado”


VÍDEO “Miguel, outra vez?” (Armando Oliveira):

“Vale tudo” e o exemplo de Seia

Colegas, já não há qualquer dúvida: o ME (e alguns diretores) estão a aplicar o “vale tudo” para ter pautas lançadas “de qualquer maneira“.

Tudo isso com recurso a intimidações e ameaças, com restrições claras ao direito à greve e às férias, violando princípios básicos do funcionamento dos Conselhos de Turma e desrespeitando totalmente os interesses e o trabalho dos alunos (recebemos até já provas de vários casos em que as notas do 2ºPeríodo foram automaticamente transferidas para o 3ºPeríodo!).

Colegas, todas essas e outras provas (de ilegalidades e intimidações) enviem para: s.to.p.juridico@gmail.com
(o S.TO.P. está já a trabalhar num processo conjunto contra o ME e alguns diretores).

Chegam ao cúmulo de questionar, desta forma, a decisão do próprio colégio arbitral com os seus serviços mínimos que terminaram a 5 de julho (se bastava um email da Dgest para resolver isto “a qualquer preço” porque o ME chamou o colégio arbitral em finais de junho?). O ME/governo PERDEU TOTALMENTE A FACE!

Nada ficará como antes porque a classe docente fez a maior greve na Educação em Portugal e testemunhou com quem pode (e não pode) verdadeiramente contar.

O S.TO.P. falou hoje à tarde com professores resistentes nomeadamente de Seia que, apesar de todas as pressões/ilegalidades, mantêm a greve (como em outras escolas).

Bem perto da nossa Serra da Estrela esses colegas são uma referência inspiradora e brilhante (juntamente com outras estrelas por todo o país) que iluminam uma sociedade/céu mergulhada numa escuridão (cada vez menos democrática e sem direitos elementares).

Não é essa a sociedade que queremos deixar aos nossos alunos/filhos e netos!

SOMOS PROFESSORES e não desistimos, nem desistiremos de lutar por uma Escola Pública de qualidade para todos e com democracia/liberdade!

Escolas Básicas de Seia continuam em GREVE apesar dos sindicatos afectos às grandes Centrais Sindicais – a UGT e a CGTP…

Pubblicato da Notícias de Seia su Mercoledì 18 luglio 2018

Greve em TODAS as notícias

Colegas, hoje a nossa justa luta abriu TODOS os serviços noticiosos e marcou vários periódicos!

E a palavra foi de TODOS: Das frases do ministro centeno, aos partidos, de quem suspendeu e de quem continua a GREVE!

– SIC notícias: https://www.youtube.com/watch?v=uPkRpedjDiE&feature=youtu.be

– Porto Canal: aqui

– Expresso: http://expresso.sapo.pt/…/2018-07-23-O-ministro-Centeno-tem…

– Público: https://www.publico.pt/…/sindicato-de-professores-que-mante…

– Diário de Notícias: https://www.dn.pt/…/professores-do-stop-acusam-centeno-de-t…

 

Publicaremos as restantes reportagens (RTP…)

Solidariedade dos trabalhadores bancários

Colegas, é nos momentos difíceis que ficamos a saber quem realmente está do nosso lado…

Mais uma vez, em nome da classe docente, o S.TO.P. agradece a solidariedade demonstrada pelos trabalhadores bancários do MUDAR (que nos enviaram ontem a mensagem anexa).

Perante tamanha injustiça/ataque aos professores, há quem não consiga ficar neutro/calado (neutralidade essa que na prática favorece o lado do opressor/ME).

JUNTOS SOMOS + FORTES!

Foto de S.TO.P.

Sem propostas lançadas, não há reuniões

Colegas, temos notícia que há reuniões que NÃO SE REALIZAM por greve de UM professor que não tenha as propostas lançadas.

Recordamos que NADA na lei obriga a que as propostas estejam lançadas.

A infame Nota informativa, inclusive, apenas orienta – e mal – a que os colegas apenas tenham de entregar até entrarem de férias, como o dia anterior!

CONTINUAMOS juntos e fortes!

Foto de S.TO.P.

O que fazer AMANHÃ perante esta grave ilegalidade?

Colegas, face a mais uma tentativa ilegal do ME com o email da Dgest de 20 julho, o S.TO.P. informa:

1. A greve do S.TO.P. às reuniões de avaliação mantém-se até dia 31 de julho;

2. Segue o requerimento/informação que os professores podem individual ou coletivamente enviar/entregar ao(à) diretor(a), fundamentando a ilegalidade do email da Dgest): clicar aqui;

3. Os professores devem continuar a fazer greve às reuniões de avaliação (pelo menos um colega por Conselho de Turma) e se mesmo assim, tentarem forçar ilegalmente a realização da reunião (com base na orientação do email da Dgest ou em “ordens” de alguém), os professores presentes devem recusar-se a colaborar numa avaliação fraudulenta e juntar à ata o seguinte texto (aqui). Este mesmo texto deve ser adicionado à ata de todas as reuniões de avaliação de todos os anos onde tentarem que essa reunião continue com pelo menos um colega em greve (menos no 1º ciclo onde legalmente o quórum exigido é sempre de 50%+1 e a greve para ter efeito teria que abranger pelo menos 50% do Conselho de Turma).

4. O Diretor de turma e secretário destas  reuniões de avaliação respeitando a lei em vigor (e não a emails ou outras indicações que não se podem sobrepor às leis vigentes), devem recusar-se a assinar uma pauta irregular. Se a direcção escolar (ou outros) teimar em fixar a pauta que seja ela a assinar e consequentemente a assumir a responsabilidade por essa pauta irregular (e todas as possíveis consequências inerentes). Se mesmo assim, a reunião e a pauta se realizarem de forma ilegal, os professores devem enviar essas provas (atas, pautas, etc) para s.to.p.juridico@gmail.com . O S.TO.P. já está a trabalhar num processo judicial conjunto contra o ME, a senhora Pastor e alguns diretores que ousaram tentar, de alguma forma, condicionar o direito à greve e/ou às férias dos professores (crimes graves puníveis por lei).

5. As férias dos professores são direitos irrenunciáveis e legalmente os direitos não podem ser suspensos. O que legalmente os diretores podem fazer é remarcar as férias de cada professor individualmente por escrito (indicando as razões excecionais para esse efeito) e nesse mesmo documento oficial deve referir logo as novas datas do período de férias. Isso a acontecer, os professores podem requerer indemnização prevista na lei (aqui) e posteriormente poderão optar por se apresentar na escola (e receber a indemnização na totalidade) ou se por algum motivo o professor não se quiser apresentar na Escola em todos ou em alguns desses dias (em que extraordinariamente foi chamado como a remarcação das suas férias) pode não se apresentar na escola sem nenhuma consequência porque já está marcada greve a todo o serviço docente até 10 de agosto (e iremos estender  gradualmente a todo o mês de agosto);

6. Os professores que não entregaram as suas propostas de notas não devem entrega-las fora das reuniões de avaliações. Em caso de continuarem em greve até entrar nas férias já marcadas, devem entregar/deixar em envelope fechado as propostas de notas no final da jornada laboral em véspera do início de férias (enviar por email ou entregar em envelope fechado). O professor em causa deve comunicar ao responsável, a quem enviou as propostas de avaliação, a seguinte declaração: aqui.

Qualquer dúvida eventualmente não esclarecida neste post deve ser enviada para o s.to.p.juridico@gmail.com

Continuamos juntos e JUNTOS SOMOS + FORTES!