Vigílias a 2 de junho

Colegas, perante a grande demonstração de força da nossa classe docente na presente greve – exigindo RESPEITO e JUSTIÇA para todos os docentes – o ME tenta agora questionar o nosso elementar direito à greve!

Ou seja, o ME/governo além de demonstrar um profundo desrespeito por todos os professores (com o seu roubo, mentiras, chantagens, etc…), agora pretende questionar um dos mais elementares direitos cívicos: O DIREITO À GREVE! E isso é um grave atentado, não só aos professores, mas a toda uma sociedade que se diz democrática e livre!

SE FICARMOS NEUTROS PERANTE UMA INJUSTIÇA, ESCOLHEMOS O LADO DO OPRESSOR!

Nesse sentido, o S.TO.P. faz um apelo público a TODA A SOCIEDADE (independentemente da profissão), a todo o movimento sindical (docente e não docente), comissões de trabalhadores, associações de estudantes, associações profissionais, movimentos cívicos (etc) que, perante este grave atentado aos direitos fundamentais de quem trabalha, NÃO FIQUEM NEUTROS e participem nesta iniciativa nacional de protesto, dia 7 de julho, às 15h à frente da chamada casa da democracia (parlamento).

HOJE ATACAM OS DIREITOS CÍVICOS DOS PROFESSORES (se nada for feito à altura) AMANHÃ PODERÃO ATACAR OUTROS SETORES SOCIAIS.


Simbolicamente, dia 2 de julho, para além de renovar a solicitação de negociação com o ME, neste primeiro dia dos chamados “serviços mínimos” iremos entregar uma coroa de flores e/ou realizar outros rituais fúnebres (vestidos de preto) perante a tentativa de assassinato da liberdade/democracia na Escola Pública:

– LISBOA às 12h30, à frente do ME (Avenida 24 julho, esquina Infante Santo);

– COIMBRA, às 20h, à frente da DREC;

– PORTO, às 21h, vigília à frente da DGEST.

Se houver mais colegas para ajudar a organizar algo semelhante à frente de outras direções regionais (em Portugal continental e ilhas) que nos contactem por mensagem privada que ajudaremos a divulgar/organizar.

JUNTOS SOMOS + FORTES!

AÇORES EM LUTA!

NOTA DE IMPRENSA de colegas dos Açores (que gentilmente enviaram ao S.TO.P.).

“Em virtude da Greve Nacional de Educadores de Infância e de Professores dos
Ensinos Básico e Secundário ao serviço de avaliação dos alunos, que decorre desde o dia 18 de junho, não existiu, hoje, na Escola Secundária Manuel de Arriaga, a agendada entrega de avaliações dos alunos do 10.º ano de escolaridade.
Pelas mesmas razões, também não ocorrerá a entrega das avaliações dos alunos do 7.º e 8.º anos de escolaridade, que estava prevista ocorrer amanhã, 5ª feira.
Esta 4ª feira pelas 13 horas, no momento que havia sido destinado para entregar as avaliações do 10º ano de escolaridade, estiveram cerca de 50 professores
na entrada da Escola Secundária Manuel de Arriaga, para em conferência de
imprensa explicar aos órgãos de comunicação social as razões que os levaram à não realização de todas as reuniões de avaliação do 7º, 8º e 10º ano.
No período compreendido entre o dia 18 de junho e o dia de hoje, foram
agendadas 51 reuniões de avaliação, sem que nenhuma delas tivesse sido
concretizada, impedindo que todas as 27 turmas dos anos de escolaridade em apreço concluíssem o processo de avaliação.

Contrariamente ao que já foi dito por alguns, os professores não estão a exigir
nenhum pagamento retroativo, nem reivindicam qualquer atualização adicional que compense a desvalorização salarial dos últimos 10 anos. Os professores estão apenas e tão só a solicitar que seja cumprido o compromisso assumido pelo governo da República, de respeitar a história profissional de cada um.
A justiça da nossa reivindicação não dá espaço para aceitar qualquer outra
solução que contemple uma subtração parcial e definitiva do tempo de serviço de cada um de nós. Importa igualmente referir, que por compreensão com as implicações orçamentais que esta justa reposição poderia implicar se fosse imediata, sempre afirmámos e continuamos a afirmar, por intermédio das nossas estruturas sindicais, que compreendemos que a contemplação do tempo de serviço seja gradual, dispersa nos próximos anos.
No contexto autonómico nacional, que confere autonomia legislativa às
Regiões Autónomas dos Açores e da Madeira, apelamos ao Governo Regional dos Açores que reúna com os nossos representantes legais, os sindicatos, por forma a chegar a um entendimento justo, que integre a totalidade do tempo profissional de cada docente, à semelhança do que já ocorreu na Região Autónoma da Madeira.”

NOTA DE IMPRENSA de colegas dos Açores (que gentilmente enviaram ao S.TO.P.)."Em virtude da Greve Nacional de…

Pubblicato da S.TO.P su Giovedì 28 giugno 2018

UNIR! Convite aos restantes sindicatos

Colegas, perante o endurecer das pressões contra a greve cada vez fica mais evidente que já não estamos a lutar apenas para exigir RESPEITO e JUSTIÇA para a nossa classe docente, mas também por LIBERDADE e DEMOCRACIA nas nossas escolas.

Para não deixar que as escolas fiquem isoladas na sua/nossa luta histórica, devemos dar um grande sinal de FORÇA e UNIDADE de que para defender uma Escola Pública de qualidade para todos (livre e democrática) estamos dispostos a parar o país!

Uma sociedade livre e democrática para nós e os nossos filhos/netos/alunos é indissociável de uma Escola Pública igualmente livre e democrática!

Nesse sentido, o S.TO.P. a 21 de junho enviou o seguinte CONVITE a todos os sindicatos/federações docentes:

“Colegas,

o S.TO.P. – Sindicato de tod@s @s professor@s dirige-se às direções de todas as federações/sindicatos docentes no sentido de propor uma reunião urgente de todos os sindicatos envolvidos na atual luta e greve dos docentes.

A intransigência do ME e a tentativa de atacar a greve em curso, quer pela ilegal “Nota Informativa” e pela pressão que parte da cadeia hierárquica está a exercer sobre os professores, quer pela possibilidade de imposição de serviços mínimos na greve de julho, colocam a necessidade de uma resposta unida e propiciadora de uma ainda maior mobilização dos professores com visibilidade e impacto nacional.

Nesse sentido o S.TO.P. propõe a todos as federações/sindicatos dos professores a realização de uma manifestação nacional em Lisboa, junto do ME e da Assembleia da República. A realizar-se este dia de luta, em nosso entender, este seria um reforço para a greve em curso e por outro lado enfraqueceria a atual intransigência do ME.

Esse dia de luta na rua devia realizar-se no máximo até à primeira quinzena de julho, em data e moldes a definir em reunião conjunta de todos os sindicatos interessados.

À partida, e dada a existência de uma Plataforma Sindical que já engloba a maioria dos Sindicatos e Federações, colocamos à sua decisão a data e local para a realização de uma reunião de todos os sindicatos tendo em vista a preparação dessa ação unitária de luta e manifestação.

O S.TO.P. aguardará a vossa resposta em relação à realização da reunião que, face à urgente necessidade de uma ainda maior resposta unitária dos professores aos ataques do ME, deverá realizar-se durante a próxima semana (25 a 29 de junho).

Podemos fazer história em defesa de toda a nossa classe docente!

Saudações sindicais,,
S.TO.P. Sindicato de tod@s @s professor@s”

Conferência de imprensa na Assembleia

Esclarecimento:
Conferência de imprensa do S.TO.P. à frente do parlamento dia 15 de junho:

– Como é do conhecimento de todos, o S.TO.P., a pedido de colegas do norte, tentou marcar greve à componente letiva dia 15 de junho para equacionar a possibilidade da realização de um protesto de professores nesse dia à frente do parlamento;

– Isso legalmente não foi possível, logo considerámos que, infelizmente, não existiam condições para marcar um protesto/manifestação em nome do S.TO.P. (por isso não fizemos qualquer cartaz nesse sentido), mas sim uma conferência de imprensa de manhã;

– Naturalmente sabendo que colegas do norte estariam mais tarde à frente do parlamento estivemos, como sempre, ao seu lado. UM POR TODOS E TODOS POR UM!

Esclarecimento:Conferência de imprensa do S.TO.P. à frente do parlamento dia 15 de junho:- Como é do conhecimento de todos, o S.TO.P., a pedido de colegas do norte, tentou marcar greve à componente letiva dia 15 de junho para equacionar a possibilidade da realização de um protesto de professores nesse dia à frente do parlamento;- Isso legalmente não foi possível, logo considerámos que, infelizmente, não existiam condições para marcar um protesto/manifestação em nome do S.TO.P. (por isso não fizemos qualquer cartaz nesse sentido), mas sim uma conferência de imprensa de manhã;- Naturalmente sabendo que colegas do norte estariam mais tarde à frente do parlamento estivemos, como sempre, ao seu lado. UM POR TODOS E TODOS POR UM!

Pubblicato da S.TO.P su Lunedì 18 giugno 2018

S.TO.P. à Assembleia

S.TO.P. ao ME! Pela dignidade profissional e por uma Educação de qualidade!

Sindicato de Todos os Professores (S.T.O.P.) juntamente com colegas do norte, hoje, em frente à escadaria da Assembleia da República enquanto decorria o debate.

Artigos, aqui:http://www.arlindovsky.net/2018/06/sindicato-de-todos-os-professores-s-t-o-p-manifestou-se-em-frente-a-escadaria-da-assembleia-da-republica-enquanto-decorria-o-debate/ e aqui: http://expresso.sapo.pt/sociedade/2018-06-15-Sindicato-afirma-que-greve-a-avaliacoes-atingiu-um-terco-dos-agrupamentos-de-escolas#gs.CMa_ax4

Foto de S.TO.P.

Sondagem: 15 de junho, manifestação?

Colegas, considerando que:
1º. Dia 14 de junho, o S.TO.P. irá reunir novamente com o ME.

2º. Dia 15 de junho, o Ministro da Educação estará no parlamento e, nesse mesmo dia encerraremos o primeiro ciclo de greves às Reuniões de Avaliação.

3º. Há colegas de vários pontos do país que consideram importante marcarmos uma forte posição pública nesse dia no parlamento;

4º. Nessa concentração poderíamos aproveitar para realizar um plenário onde TODOS os professores teriam direito à voz e a voto (independentemente se são ou não sindicalizados) para discutirmos/decidirmos eventuais novas propostas do ME e a continuação da nossa luta.

Queremos saber a vossa opinião: PARTICIPARIA NUMA CONCENTRAÇÃO/PLENÁRIO À FRENTE DO PARLAMENTO DIA 15 DE JUNHO?

5 VIGÍLIAS dia 2 de julho

Colegas, simbolicamente, dia 2 de julho, para além de renovar a solicitação de negociação com o ME, neste primeiro dia dos chamados “serviços mínimos” iremos entregar uma coroa de flores e/ou realizar outros rituais fúnebres (idealmente vestidos de preto) perante a tentativa de assassinato da liberdade/democracia na Escola Pública:

– LISBOA às 12h30, à frente do ME (Avenida 24 julho esquina com a Av. Infante Santo);

– VISEU às 19h, à frente da Câmara Municipal de Viseu;

– COIMBRA, às 20h, à frente da DREC;

– PORTO, às 21h, vigília à frente da DGEST;

– BRAGA, às 21h, à frente da Casa do Professor (na Avenida Central).

JUNTOS SOMOS + FORTES!

Foto de S.TO.P.

Ação de protesto dos docentes das AEC na Dgeste

Porto (Dgeste), 10h de dia 23, os docentes das AEC dão o exemplo!
Um forte sinal de luta e determinação!

Agora mais do que nunca NÃO PODEMOS PARAR, cada vez somos MAIS e + UNIDOS!