Greve de 14 e 15 de fevereiro

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O S.TO.P. considera que perante a dimensão da degradação das condições de quem trabalha na Escola Pública só lutas fortes e unidas é que poderão vencer os ataques dos governos que nos roubam e fomentam autênticas campanhas de desinformação/mentira (para tentar dividir quem trabalha) e colocar a opinião pública contra quem luta em defesa dos seus legítimos direitos (ex: professores, enfermeiros, estivadores, etc).

Na auscultação que o S.TO.P. realizou nos primeiros meses deste ano letivo, a forma de luta que reuniu mais apoio entre docentes foi uma greve forte/prolongada de todos os trabalhadores da Escola Pública (juntando sobretudo professores e funcionários escolares e com fundo de greve). Consequentemente, o S.TO.P. endereçou vários convites para tentar juntar forças com os sindicatos que incluem os profissionais da Educação (além dos convites aos sindicatos/federações docentes), no entanto, já passaram vários meses e, até hoje, nenhum desses sindicatos/federações respondeu aos convites para reunir, com o intuito de juntar forças.
Pelas razões apontadas, consideramos insuficiente apenas um dia (15 de Fevereiro) ou dois (14 e 15) de greve de toda a função pública. No entanto, como sempre temos feito, não seremos contra a greve e apoiaremos todos os colegas que entendam levar a cabo esta forma de luta (podendo fazer greve nos dois ou escolhendo um desses dias).