Colegas, que não haja qualquer dúvida, há muitos interesses instalados para que a classe docente continue desunida, a ser roubada e até enganada. Isso observa-se nomeadamente na forma como estão a tentar atacar a greve às reuniões de avaliação do final do 3º Período (tentativa se DESUNIÃO de qualquer maneira e a qualquer preço).
Os argumentos contra esta greve foram vários e alguns deles (com os respectivos esclarecimentos) podem ser encontrados aqui: https://www.facebook.com/…/a.19370137366…/1983220958659383/…

Em desespero até já se chegou a afirmar, em vários comentários, que o novo sindicato de tod@s @s professor@s, S.TO.P., não estaria legalizado quando na nossa página está publicada há muito tempo o comprovativo da nossa legalização oficial (na publicação do boletim do trabalho e emprego a 15 de fevereiro de 2018: http://bte.gep.msess.gov.pt/completos/2018/bte6_2018.pdf ).

Até temos uma situação surreal, dirigentes de sindicatos/federações sindicais que NUNCA responderam a sucessivos emails do S.TO.P. (há mais de 2 meses e agora mesmo) para reunir e/ou juntar forças (ex: na luta contra o amianto escolar, em defesa dos docentes das AEC, etc), no entanto, em menos de 24 horas (após a publicação do cartaz da greve às avaliações), levaram a cabo inúmeras observações críticas a esta iniciativa na página do S.TO.P. Paralelamente ignoram ou criticam todo o tipo de iniciativas que não sejam dos próprios, como a Iniciativa Legislativa Cidadã (ILC) certamente temendo que estas, como a greve, venha a ter – como está a ter – um grande eco na nossa classe docente.

Em setembro passado os enfermeiros portugueses (apesar do maior sindicato dos enfermeiros SEP/CGTP não concordar) iniciaram uma forte greve (com apoio de pelo menos um pequeno sindicato de enfermeiros) que obrigou o governo a RECUAR.

Esta greve às avaliações foi convocada tendo como base vários inquéritos/sondagens realizados por colegas (ex: Comregras e blogue Dear Lindo) a milhares de docentes em Portugal que demonstraram que em TODOS esses estudos, esta era a forma de luta que os professores consideravam ser mais eficaz para recuperamos o que nos tem sido roubado. O que vai decidir o sucesso desta greve (como de qualquer outra) é o grau de apoio dos docentes que estão diariamente nas escolas.

Mas ATENÇÃO novos e fortes ataques a esta greve surgirão (não nos esquecemos por exemplo dos SMS enviados na véspera da manifestação de professores independentes a 15 de novembro de 2008 a dizer que esta tinha sido supostamente desconvocada… algo totalmente falso).

Ou seja colegas, não acreditem em SMS, emails, etc que tentem DESMOBILIZAR para esta greve às avaliações (que pelos vistos já está a assustar muita gente). Qualquer dúvida de última hora informem-se na página oficial do S.TO.P.: https://www.facebook.com/SindicatodeTodososProfessores/

PENSEM PELAS VOSSAS CABEÇAS, somos tod@s docentes e se fazer greve é um direito, exigir RESPEITO e JUSTIÇA para a nossa classe docente deve ser um dever de tod@s nós.

Foto de S.TO.P.