Colegas, como sabem, a atual greve às reuniões de avaliação começou a 4 de junho, tendo sido o S.TO.P. o único sindicato (apesar de mais uma vez ter convidado todos os sindicatos/federações sindicais docentes para juntar forças) a convocá-la e a mobilizar nesse sentido.

Depois do ministro dizer que os sindicatos não queriam negociar, a 14 de junho o S.TO.P., como é público, entregou uma proposta no ME para se iniciar uma negociação e, ainda, disponibilizámo-nos a reunir com carácter de urgência com o ministro.

Dia 2 de julho – no mesmo dia que os colegas da plataforma sindical entregaram um carta aberta -, mais uma vez o S.TO.P. entregou no ME esta mesma proposta (imagem) de forma a iniciar uma negociação sobre as reivindicações da greve com o ministro. No entanto, até agora, não recebemos nenhuma convocatória do ME e isto apesar do Ministro, a 3 de julho, ter convocado todos os outros sindicatos/federações docentes para reunir dia 11 de julho.

Será que o ME não vai convocar o S.TO.P.?!?
Como sabem, discriminação semelhante já tinha ocorrido no colégio arbitral, tristemente célebre pela unanimidade sobre os serviços mínimos. O S.TO.P. foi o único sindicato docente a quem não foi permitido indicar nenhum elemento representante dos trabalhadores para esse colégio arbitral (foi sorteado o representante dos trabalhadores de uma bolsa de juízes, todos indicados pelos colegas da plataforma sindical).

Mas não se preocupem colegas, mesmo que os outros sindicatos desconvoquem as suas greves, ou tentem parar esta luta histórica no dia 13 de julho, o S.TO.P. tem um pré-aviso de greve 100% legal já em vigor (ver no 1° comentário a este post), o qual dura até dia 31 de julho (e a partir de 6 de julho sem serviços mínimos).

Como podem verificar, o pré-aviso de greve do S.TO.P. de 2 a 31 de julho permite naturalmente que os professores façam greve quando bem entenderem durante esse período de tempo. Ou seja, os colegas podem intercalar à vontade dias em que fazem greve e outros dias em que eventualmente não o queiram fazer (ao contrário do que alguns insistem em confundir/mentir, para isso NÃO é preciso pré-avisos de greve diários). Se repararem, podem ver que o pré-aviso de greve do S.TO.P. de 4 a 15 de junho também não era um pré-aviso diário para cada um desses dias e milhares de colegas fizeram greve intercalada em dias diferentes e naturalmente NINGUÉM teve falta injustificada por isso. SOMOS PROFESSORES parem de nos tentar enganar!

O S.TO.P. nunca assinará nenhum acordo importante com o ME, ou desconvocará qualquer greve, sem antes auscultar democraticamente a nossa classe docente.

Juntos somos MESMO + fortes!

Foto de S.TO.P.