Atenção: as mentiras continuam

Colegas, A GREVE CONTINUA LEGAL ATÉ 31 DE JULHO e. como aconteceu de 4 a 15 de junho, os professores podem aderir à greve em dias intercalados.

Temos sido avisados por colegas que alguns órgãos de comunicação estão a “informar” que o S.TO.P. está a pensar em desconvocar a greve até dia 31 de julho. ISSO É TOTALMENTE FALSO!

Como sabemos essa campanha de desinformação já aconteceu várias vezes contra o S.TO.P. (infelizmente não só através de alguns órgãos de comunicação social).

O que não é de estranhar, quando sabemos que alguns órgãos de comunicação social insistem em pagar a peso de ouro comentadores que, de uma forma contínua, têm feito uma campanha de ódio contra a nossa classe docente (mesmo quando de uma forma ostensiva esses comentadores mentem descaradamente).

HÁ MESMO MUITOS INTERESSES INSTALADOS QUE QUEREM QUE A NOSSA GREVE HISTÓRICA PARE.

Mas SOMOS PROFESSORES e não nos deixamos enganar assim tão facilmente (nestas últimas semanas têm caído muitas máscaras e já sabemos quem tem falado verdade e quem tem mentido à nossa classe).

Por isso colegas, NÃO CONFIEM em notícias “fabricadas/encomendadas” sobre o S.TO.P. e/ou a greve até 31 de julho.

Qualquer dúvida, venham à nossa página no facebook ou no nosso site: sindicatostop.pt/

JUNTOS SOMOS + FORTES!

Foto de S.TO.P.

Mentira do ME para assustar os professores

Colegas, como sabem desde o início da greve a 4 de junho temos sido alvo de constantes mentiras, calúnias, contra-informação com o objectivo de tentar desmobilizar a nossa classe docente. Conclusão: HÁ REALMENTE MUITO MEDO QUE OS PROFESSORES DEIXEM DE TER MEDO!

Mas como se demonstrou durante todo o mês de junho, e em particular ontem, apesar das pressões e intimidações, em muitas escolas por todo o país, a greve continua muito forte e mais de 1000 professores de todo o país vieram para a rua (apesar de iniciativas simbólicas, convocadas com pouco tempo de antecedência e após um dia de trabalho).

Agora o novo ataque é uma recente nota da DGEstE de 2 de julho que tenta OSTENSIVA e ABUSIVAMENTE colocar no acórdão dos serviços mínimos algo que claramente não consta. Ou seja, COMO PODEM VERIFICAR NA IMAGEM o acórdão dos serviços mínimos apenas refere “devendo o diretor de turma, ou quem o substitua, recolher antecipadamente todos os elementos referentes à avaliação de cada aluno, que ainda não tenha nota atribuída, para que possa surtir o efeito de deliberação a tomar” e NÃO refere em nenhum lado o dever dos restantes membros do Conselho de Turma de entregar todos os elementos de avaliação, o que juridicamente faz toda a diferença.

VEJAM A IMAGEM E INTERPRETEM QUEM FALA VERDADE (no 1º comentário a este post, esta imagem está ainda mais ampliada).

Basta, SOMOS PROFESSORES, parem de nos tentar enganar! Sexta, dia 6 de julho, a partir das 10h iremos demonstrar todo o nosso repúdio à frente do parlamento.

Naturalmente, se o ME ousar tentar penalizar de alguma forma alguém, o S.TO.P. disponibilizará todo o apoio jurídico aos seus associados.

Foto de S.TO.P.

Quem tem medo de uma forte luta dos docentes?

Colegas, que não haja qualquer dúvida, há muitos interesses instalados para que a classe docente continue desunida, a ser roubada e até enganada. Isso observa-se nomeadamente na forma como estão a tentar atacar a greve às reuniões de avaliação do final do 3º Período (tentativa se DESUNIÃO de qualquer maneira e a qualquer preço).
Os argumentos contra esta greve foram vários e alguns deles (com os respectivos esclarecimentos) podem ser encontrados aqui: https://www.facebook.com/…/a.19370137366…/1983220958659383/…

Em desespero até já se chegou a afirmar, em vários comentários, que o novo sindicato de tod@s @s professor@s, S.TO.P., não estaria legalizado quando na nossa página está publicada há muito tempo o comprovativo da nossa legalização oficial (na publicação do boletim do trabalho e emprego a 15 de fevereiro de 2018: http://bte.gep.msess.gov.pt/completos/2018/bte6_2018.pdf ).

Até temos uma situação surreal, dirigentes de sindicatos/federações sindicais que NUNCA responderam a sucessivos emails do S.TO.P. (há mais de 2 meses e agora mesmo) para reunir e/ou juntar forças (ex: na luta contra o amianto escolar, em defesa dos docentes das AEC, etc), no entanto, em menos de 24 horas (após a publicação do cartaz da greve às avaliações), levaram a cabo inúmeras observações críticas a esta iniciativa na página do S.TO.P. Paralelamente ignoram ou criticam todo o tipo de iniciativas que não sejam dos próprios, como a Iniciativa Legislativa Cidadã (ILC) certamente temendo que estas, como a greve, venha a ter – como está a ter – um grande eco na nossa classe docente.

Em setembro passado os enfermeiros portugueses (apesar do maior sindicato dos enfermeiros SEP/CGTP não concordar) iniciaram uma forte greve (com apoio de pelo menos um pequeno sindicato de enfermeiros) que obrigou o governo a RECUAR.

Esta greve às avaliações foi convocada tendo como base vários inquéritos/sondagens realizados por colegas (ex: Comregras e blogue Dear Lindo) a milhares de docentes em Portugal que demonstraram que em TODOS esses estudos, esta era a forma de luta que os professores consideravam ser mais eficaz para recuperamos o que nos tem sido roubado. O que vai decidir o sucesso desta greve (como de qualquer outra) é o grau de apoio dos docentes que estão diariamente nas escolas.

Mas ATENÇÃO novos e fortes ataques a esta greve surgirão (não nos esquecemos por exemplo dos SMS enviados na véspera da manifestação de professores independentes a 15 de novembro de 2008 a dizer que esta tinha sido supostamente desconvocada… algo totalmente falso).

Ou seja colegas, não acreditem em SMS, emails, etc que tentem DESMOBILIZAR para esta greve às avaliações (que pelos vistos já está a assustar muita gente). Qualquer dúvida de última hora informem-se na página oficial do S.TO.P.: https://www.facebook.com/SindicatodeTodososProfessores/

PENSEM PELAS VOSSAS CABEÇAS, somos tod@s docentes e se fazer greve é um direito, exigir RESPEITO e JUSTIÇA para a nossa classe docente deve ser um dever de tod@s nós.

Foto de S.TO.P.

Não esquecemos as CALÚNIAS contra os professores!

O novo sindicato de tod@s os professor@s, convidou todas as federações sindicais (FENPROF e FNE) e todos os outros sindicatos docentes a juntar forças para um processo conjunto contra a RTP pelas calúnias grosseiras de novembro passado.

Legalmente podemos avançar num processo contra a RTP até 6 meses após as calúnias (ou seja, até dia 15 de maio). No email que enviámos pedimos aos colegas que nos respondam até dia 15 de abril.
Quem concordar com esta iniciativa e esteja sindicalizado em outro sindicato pode solicitar que o seu sindicato nesta questão junte forças em defesa de toda a nossa classe docente.
NÃO ESQUECEMOS o que um canal público (pago por todos nós) fez contra nós!

Foto de S.TO.P.