Dia 11 (4ª), 14h30 TODOS à frente do ME

Colegas, apesar do S.TO.P. não ter sido convidado para reunir com o Ministro da Educação a 11 de julho (ao contrário do que aconteceu dia 4 de junho), apelamos para que TODOS os professores participem em mais este protesto para pressionar o ME a RESPEITAR e a fazer JUSTIÇA a TODA a nossa classe docente (além de defendermos também a liberdade/democracia na Escola Pública).

Este protesto é histórico, não só porque é a primeira vez que um Ministro da Educação estará a reunir com sindicatos com um protesto à porta mas também porque, pela primeira vez, todos os sindicatos (plataforma sindical e o S.TO.P.) estão a mobilizar para a porta do ME durante esta reunião.

Por via das dúvida, o S.TO.P. já informou as entidades competentes para que, mais uma vez, este protesto esteja legalizado.

APAREÇAM colegas, JUNTOS SOMOS + FORTES!


Nota: Este cartaz foi adaptado (com autorização) do cartaz original e pioneiro criado pelo nosso colega Carlos Santos.
Como sempre fazemos no S.TO.P., não nos interessa quem tem a iniciativa, desde que esta seja positiva para a defesa da nossa classe.

UM POR TODOS E TODOS POR UM!

Foto de S.TO.P.

Próxima ação de protesto: 11 de junho (ME)

Colegas, o S.TO.P. continua a exigir RESPEITO e JUSTIÇA para toda a nossa classe docente e LIBERDADE e DEMOCRACIA na Escola Pública.

Hoje, solidariamente ao lado de outros trabalhadores, DENUNCIÁMOS à comunicação social as reivindicações dos professores e a necessidade de um processo negocial sério e democrático (onde TODOS os sindicatos docentes participem)!

Vamos TODOS dia 11 de julho, quarta-feira, às 14h30 à frente do ME (Av. 24 julho, esquina com a Av.Infante Santo)!

E vamos CONTINUAR A GREVE (agora já SEM QUAISQUER SERVIÇOS MÍNIMOS ATÉ 31 DE JULHO) até que nos DEVOLVAM O QUE É NOSSO!

Ação de protesto, 6 de junho

Colegas, o S.TO.P. continua a exigir RESPEITO e JUSTIÇA para toda a nossa classe docente e LIBERDADE e DEMOCRACIA na Escola Pública.Hoje, solidariamente ao lado de outros trabalhadores, DENUNCIÁMOS à comunicação social as reivindicações dos professores e a necessidade de um processo negocial sério e democrático (onde TODOS os sindicatos docentes participem)! Vamos TODOS dia 11 de julho, quarta-feira, às 14h30 à frente do ME (Av. 24 julho, esquina com a Av.Infante Santo)!E vamos CONTINUAR A GREVE (agora já SEM QUAISQUER SERVIÇOS MÍNIMOS ATÉ 31 DE JULHO) até que nos DEVOLVAM O QUE É NOSSO!

Pubblicato da S.TO.P su Venerdì 6 luglio 2018

Balanço da greve aos serviços mínimos

Colegas, APESAR do clima de intensas ameaças que se tem sentido nas Escolas, temos conhecimento que, nos anos abrangidos pelos serviços mínimos, houve sobretudo simulacros de reuniões de avaliação (milhares de pautas não assinadas pelos diretores de turma e secretários, atas com declarações de irregularidades várias durante a reunião, conversão de propostas em notas, etc..) e temos conhecimento, TAMBÉM, de muitas reuniões de avaliação incluídas nos serviços mínimos que NÃO SE REALIZARAM DE TODO!

NEM COM OS SERVIÇOS MÍNIMOS CONSEGUIRAM DERROTAR OS PROFESSORES!

Concluindo colegas, a nossa greve histórica CONTINUA até dia 31 de julho (o pré-aviso de greve do S.TO.P. em vigor é de 2 a 31 de julho).
E ATENÇÃO os serviços mínimos acabaram dia 5 de JULHO (e já não podem ser mais decretados até 31 de julho)!

JÁ PASSÁMOS O PIOR, AGORA VAMOS PRESSIONAR O ME ATÉ QUE NOS DEVOLVA O QUE É NOSSO! (de outra forma podemos perder todo o nosso esforço de mais de um mês).

Foto de S.TO.P.

Entrevista ao canal Q

Hoje numa entrevista do S.TO.P. ao canal Q tentámos abordar vários temas relacionados com a nossa profissão (desgaste e envelhecimento docente, precariedade nos contratados e nas AEC,etc), relembrar que há dinheiro no país (mas sempre para os mesmos de sempte), o nosso caráter apartidário, denunciar a discriminação nas negociações, a iniciativa para amanhã, entre outros…

Estamos em GREVE e vamos CONTINUAR!

Hoje numa entrevista do S.TO.P. ao canal Q tentámos abordar vários temas relacionados com a nossa profissão (desgaste e envelhecimento docente, precariedade nos contratados e nas AEC,etc), relembrar que há dinheiro no país (mas sempre para os mesmos de sempte), o nosso caráter apartidário, denunciar a discriminação nas negociações, a iniciativa para amanhã, entre outros…Estamos em GREVE e vamos CONTINUAR!

Pubblicato da S.TO.P su Giovedì 5 luglio 2018

8 VIGÍLIAS pelo país

Dia 2 de julho, em iniciativas simbólicas, marcadas com pouca antecedência e depois de um dia repleto de trabalho, participaram mais de 1000 professores em 8 cidades de todo o país! Mais uma vez a luta por RESPEITO e JUSTIÇA e, agora também, LIBERDADE/DEMOCRACIA na Escola Pública chegou à comunicação social (ver vídeos).

Esta sexta, a partir das 10h, na Assembleia da República iremos juntar colegas de todo o país e FAZER O QUE AINDA NÃO FOI FEITO! O professor Santana Castilho já confirmou presença e intervenção oral de apoio à nossa presente luta.

Só no Porto e Braga compareceram cerca de 700 colegas e estamos cada vez mais perto de conseguir uma cobertura condigna dos meios de comunicação.

Não podemos desistir e estamos prontos para continuar a LUTAR simplesmente PELO QUE É NOSSO!

https://www.jn.pt/nacional/interior/sindicato-que-desencadeou-greve-as-avaliacoes-acusa-ministerio-de-discriminacao-9558396.html

Foto de S.TO.P.Foto de S.TO.P.Foto de S.TO.P.

 

A GREVE continua apesar dos serviços mínimos

Colegas, apesar do grande ataque ao nosso direito de greve com os “serviços mínimos” recebemos informações muito animadoras de escolas de norte, centro e a sul do país e das ilhas.

Por exemplo no Agrupamento de Escolas de Amarante a norte, Escola Dom Domingos Jardo no centro e Agrupamento de Escolas S. Teotónio a Sul, hoje de manhã NENHUMA reunião de avaliação foi realizada (incluindo as reuniões previstas nos serviços mínimos).

Perante um ME que rouba, mente, chantageia e agora tenta limitar direitos cívicos elementares, os professores continuam a dar um grande exemplo de cidadania, sobretudo para os nossos filhos/netos/alunos que são o futuro do nosso país que se pretende livre e democrático! OS PROFESSORES A LUTAR TAMBÉM ESTÃO A ENSINAR!

JUNTOS SOMOS + FORTES!

 

Foto de S.TO.P.

3º ciclo de greve: 2 a 31 de julho!

Depois do arranque com o 1º ciclo de greve às avaliações do 9º, 11º e 12º (4 a 15 de junho, inclusive), e após o 2º ciclo a todas as reuniões de avaliação de 18 a 29 de junho, continuamos a proporcionar as necessárias condições legais para todos os colegas que estejam dispostos a lutar, agora de 2 a 31 de julho.

COMEÇÁMOS JUNTOS e JUNTOS VAMOS CONTINUAR!

Todos os 3 pré-avisos que vigoraram/vigoram encontram-se no MENÚ do Site.

Pre-aviso-Greve-AvalJun2018-Jun2018-Continuidade-1-31Jul

7 VIGÍLIAS (2 de julho)!

ATENÇÃO colegas, temos NOVAS CIDADES!

Todos os dias aderem mais colegas e já são 8 cidades contra este ataque ignóbil à liberdade/democracia na Escola Pública!

Simbolicamente, dia 2 de julho, para além de renovar a solicitação de negociação com o ME, neste primeiro dia dos chamados “serviços mínimos” iremos entregar uma coroa de flores e/ou realizar outros rituais fúnebres (idealmente vestidos de preto) perante a tentativa de assassinato da liberdade/democracia na Escola Pública:

– LISBOA, às 12h30, à frente do ME (Avenida 24 julho esquina com a Av. Infante Santo);

– LEIRIA, às 17h, à frente da Câmara Municipal;

– GUARDA, às 18h, à frente da Câmara Municipal;

– FARO, às 19h, à frente da DREALG;

– VISEU às 19h, à frente da Câmara Municipal;

– COIMBRA, às 20h, à frente da DREC;

– PORTO, às 21h, vigília à frente da DGEST;

– BRAGA, às 21h, à frente da Casa do Professor (na Avenida Central).

JUNTOS SOMOS + FORTES!

Foto de S.TO.P.

O QUE FAZER DE 2 A 5 DE JULHO?

O QUE FAZER DE 2 A 5 DE JULHO?

1. Nas reuniões de avaliação que não estejam incluídas nos serviços mínimos (todos excepto 9º, 11º e 12º ano), os professores devem continuar a fazer greve como até agora;

2. Reuniões de avaliação de 9º, 11º e 12º ano em que houve uma convocatória normal (não uninominal) devemos tentar adiar a reunião com pelo menos um colega em greve. No entanto se tal não for possível devemos tentar estar já previamente organizados para fazer greve ao ponto de inviabilizar o quórum (50%+1), onde naturalmente não pode haver qualquer consequência, como tem acontecido desde 4 de junho, para quem fizer greve e a reunião aí tem mesmo que ser adiada;

3. Nas reuniões de avaliação do 9º, 11º e 12º ano quando já houve convocatória uninominal, os colegas convocados uninominalmente devem marcar presença (tentando garantir que pelo menos um colega esteja em greve) e recusar-se a colaborar numa avaliação fraudulenta e juntar à ata o seguinte texto:

“Tendo em consideração os normativos legais – Portaria 243/2012, de 10 de Agosto (Artigo 19º) e o Despacho Normativo nº 1-F/2016 (Artigo 23º), os docentes presentes manifestam que, além de considerarem a reunião ilegal, não se sentem capacitados para ratificar as propostas de colegas em greve. Além do mais tendo em atenção as possíveis consequências decorrentes de poder a vir a ser entendido que este processo de avaliação enferma de ilegalidade.

Um Conselho de Turma, para efeitos de avaliação de alunos, é um órgão de natureza deliberativa, cujas decisões devem resultar do consenso de todos os professores que o integram, tendo em consideração a situação global de cada aluno (como refere a Portaria 243/2012, de 10 de Agosto, no seu Artigo 19º e o Despacho Normativo nº 1-F/2016, de 5 de Abril, no seu Artigo 23º).

Acresce que o desrespeito pelos normativos legais supra citados é susceptível de conferir a alunos que se sintam prejudicados por classificações atribuídas desta forma o direito de as impugnar precisamente com aquele fundamento. “

4. Este mesmo texto deve ser juntado à ata de todas as reuniões de avaliação de todos os anos onde tentarem que essa reunião continue com pelo menos um colega em greve (menos no 1º ciclo onde legalmente o quórum exigido é sempre de 50%+1 e a greve para ter efeito teria que abranger pelo menos 50% do Conselho de Turma);

5. O Diretor de turma e secretário das reuniões de avaliação onde haja pelo menos um colega em greve devem recusar-se a assinar uma pauta irregular. Se a direcção escolar teimar em fixar a pauta que seja ela a assinar e consequentemente a assumir a responsabilidade por essa pauta irregular (e todas as possíveis consequências inerentes).

6. Aos professores abrangidos pela convocatória uninominal ao abrigo dos “serviços mínimos”.

Caso vos seja exigida a apresentação de propostas de avaliação na reunião para a qual foram convocados de forma compulsiva, deverão deixar claro que apenas têm uma proposta que não corresponde à avaliação final adequada para os alunos. Tal avaliação adequada seria a que resultasse do regular funcionamento do Conselho de Turma, em cumprimento da legislação em vigor, com o respetivo debate sobre as avaliações globais dos alunos em todas as disciplinas. E juntam a declaração abaixo que é anexa à Ata.

DECLARAÇÃO A JUNTAR À FOLHA DE PROPOSTAS DE AVALIAÇÃO:
Os níveis de avaliação constantes desta proposta não correspondem à avaliação final da disciplina que leciono. Para essa avaliação final existem vários aspetos que é necessário ponderar e discutir em Conselho de Turma. Só após esse debate poderia proceder à avaliação final, em conformidade com o estipulado pela lei específica relativa à avaliação das aprendizagens dos alunos.

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Colegas, antes do início desta greve histórica com início a 4 de junho NENHUM professor de Portugal teria direito à contagem de todo o seu tempo de serviço (diziam que era impossível para todos). Agora, graças a luta, os professores da Madeira já conseguiram uma importante vitória com a contagem de todo o seu tempo de serviço. Queremos essa justiça para TODOS os professores de Portugal (continente e todas as ilhas) mas para isso não podemos “morrer na praia”. Se persistirmos com a nossa luta histórica o governo não aguenta muito mais tempo!

JÁ NÃO FALTA MUITO e JUNTOS SOMOS + FORTES!

Foto de S.TO.P.