Ao lado de TODOS na luta por quem trabalha nas escolas

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O S.TO.P. tem tentado sempre dar voz e poder a quem trabalha nas escolas e também lutar contra todas estas políticas (des)educativas. Só nós últimos 4 meses dinamizámos pelo menos 5 plenários (a maioria aberto a sócios e não sócios), sobre vários temas em particular (MPD, Concursos, RR32) e a política educativa no geral.
Nesses plenários, totalmente democráticos, todos puderam apresentar propostas para votação, e por diversas vezes a direção do S.TO.P. propôs nomeadamente a realização de protestos. Posteriormente chegámos a colocar a hipótese também de protestos no início deste ano letivo (em setembro). No entanto, infelizmente não tivemos colegas suficientes que garantissem presença nesses protestos (apenas por isso é que estes não avançaram).
 
No início deste novo ano letivo tivemos conhecimento que há colegas a tentar dinamizar vigílias de protesto na semana de arranque das aulas: https://www.arlindovsky.net/…/ha-professores-a…/
O S.TO.P. desde o seu início demonstrou que não é sectário e que tenta ajudar a juntar forças com todas as iniciativas em defesa da classe independentemente de quem a convoca (se outros sindicatos ou colegas de base “independentes”). Acreditamos que esse é o tipo de postura, não sectária e pela positiva, que é fundamental para começarmos a dar a volta a isto por nós e pelos nossos alunos. Por isso, e como a realidade é dinâmica, mais uma vez, o S.TO.P. junta forças a esta iniciativa dinamizada por colegas. Se infelizmente os outros sindicatos/federações docentes nunca responderam positivamente às dezenas de convites que lhes fizemos para juntar forças contra estas políticas (des)educativas, esperemos que desta vez pelo menos façam o mesmo que o S.TO.P. e ajudem a divulgar/participar nestas iniciativas: JUNTOS SOMOS + FORTES!
 
p.s. Os colegas sindicalizados em outros sindicatos, se assim o entenderem, poderão perguntar aos seus sindicatos porque estes não divulgam e participam nestes protestos.
 
p.s.2 Para que não haja dúvidas que o que nos move não é a autopromoção mas sim o bem comum de quem trabalha (e estuda) nas escolas, no primeiro comentário a esta publicação, poderão confirmar outros exemplos concretos em que o S.TO.P., sem sectarismo, juntou forças a iniciativas dinamizadas por outros colegas.