O PODER TENTA CONDICIONAR A AÇÃO DO S.TO.P.?

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A 3 de outubro de 2019 iniciou-se a primeira greve contra o amianto escolar em Portugal. Durante longos anos todos os sindicatos/federações da área da Educação, por algum motivo, não quiseram lutar de forma consequente contra essa substância altamente cancerígena que existia nas coberturas de fibrocimento em centenas de escolas por todo o país.

Apesar de mais uma vez termos convidado atempadamente todos os sindicatos/federações docentes para juntar forças nessa luta pela saúde e dignidade de quem trabalha (e estuda) nas escolas, infelizmente o S.TO.P. teve que avançar sozinho, avisando as entidades responsáveis em setembro (para a legalização da greve com início de outubro).

O que muitos não sabem, é que o Coordenador do S.TO.P., precisamente e apenas uns dias antes de se iniciar essa greve inédita em Portugal, foi avisado que teria várias faltas injustificadas (apesar de ter avisado atempadamente quem de direito). Obviamente que isso foi uma tentativa de condicionar a ação do Coordenador de um sindicato nacional, que sendo muito jovem (na altura com apenas 1 ano) sem a ação do seu Coordenador ficaria muito incapacitado de dinamizar a luta/greve contra o amianto.

Felizmente, não nos intimidaram, e essa luta/greve avançou e alastrou a muitas comunidades escolares (fechando totalmente cerca de 40 escolas, gerando uma dinâmica inédita de manifestações contra o amianto escolar e conseguindo uma importante vitória no final desse ano letivo).

A semana passada foi recebida a seguinte notificação da DGAE (ver imagem) que confirma que estas 5 faltas injustificadas ao Coordenador do S.TO.P. foram injustas e têm que ser efetivamente justificadas.
Este é apenas mais um exemplo de como tentam condicionar quem ousa dinamizar lutas independentes e consequentes (sem agendas alheias a quem trabalha nas escolas).

Ainda há mais questões pendentes sobre como os vários poderes instalados tentaram condicionar o S.TO.P. e que, mais cedo ou mais tarde, iremos oportunamente divulgar. Além dessas questões pendentes, no futuro certamente novos ataques virão contra o S.TO.P.

O reforço do S.TO.P. (através de mais sócios) é a melhor garantia para manter o sindicato que por diversas vezes já demonstrou poder fazer a diferença para a obtenção de vitórias para os Profissionais da Educação: QUEM LUTA PODE NÃO GANHAR SEMPRE MAS QUEM NUNCA LUTA, NUNCA GANHA!

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