PLANO DE LUTA/GREVE apresentado dia 1 dezembro para a GREVE NACIONAL com início a 9 de dezembro

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    PLANO DE LUTA/GREVE apresentado dia 1 dezembro na reunião de preparação da greve nacional de professores com início a 9 dezembro

    ANTES DA GREVE
    5 dezembro (segunda-feira):
    –Encontros regionais em várias cidades do país (disponibilização de cartazes a cores e comunicados para distribuir aos colegas e a encarregados de educação – EE). Até este domingo publicaremos informações sobre as cidades/locais/hora.
    –Colegas da direção nacional do S.TO.P. estarão presentes online ou presencialmente nesses encontros para ajudar a esclarecer qualquer dúvida.

    6 a 7 dezembro:
    –Colocação dos cartazes em escolas e distribuição dos comunicados não apenas nas mesas das salas de professores mas idealmente em “mãos” aos nossos colegas.

    7 dezembro:
    –Reuniões sindicais do S.TO.P. em centenas de Agrupamentos/Escolas com direito a justificação de falta para todos os colegas (independentemente do sindicato a que pertencem ou se não pertencem a nenhum sindicato) onde cada escola terá autonomia para decidir democraticamente de como querem fazer a greve (tendo o maior impacto possível com o menor custo financeiro para cada colega já que são vários dias).
    –Estas reuniões são fundamentais para potenciar ao máximo o impacto desta greve/luta. Nestas reuniões nas escolas, onde colegas da direção do S.TO.P. estarão presentes fisicamente ou online, além de se esclarecerem dúvidas e ajudarmos a convencer colegas distraídos ou indecisos, irão eleger-se informalmente comissões de greve.
    –As comissões de greve de cada escola/agrupamento farão a ligação direta entre a sua Escola e o S.TO.P. tendo nomeadamente acesso a um número de telefone exclusivo que o S.TO.P. irá criar de apoio à greve (para esclarecer dúvidas, incluindo questões jurídicas com acesso ao nosso departamento jurídico).

    DURANTE A GREVE
    9 dezembro:
    – Logo ao início da manhã (antes do início das aulas), à frente das suas escolas, os professores devem concentrar-se em protesto: os colegas devem fazer/levar cartazes, faixas e/ou outras variantes.
    -Aí, além de tentarmos convencer os colegas ainda indecisos, distribuiremos comunicados aos EE a explicar as razões da nossa luta e como também os seus educandos estão a ser profundamente afetados com estas políticas (des)educativas.
    -Esses comunicados serão antecipadamente disponibilizados pelo S.TO.P.

    12 dezembro:
    –Logo ao início da manhã (antes do início das aulas e durante a greve), à frente das suas escolas, os professores devem concentrar-se em protesto (com cartazes e outras ideias).
    -Distribuição de comunicados a convocar os encarregados de educação e população em geral a juntarem-se às concentrações da tarde.
    –Nesse dia, às 18h, após avisarmos a comunicação social (nacional e regional), concentrações de professores e todos os solidários com a nossa luta à frente das Câmaras Municipais (CM).
    -Ideias para juntar à frente das CM: cartazes, material para fazer barulho, panelas, vuvuzelas e outras variantes.
    -Distribuiremos comunicados à população (os mesmos que entregámos aos EE).
    -Se estas concentrações/protestos, forem bastantes participadas, a direção do S.TO.P. irá avaliar a possibilidade de convocar novos protestos e/ou uma Manifestação Nacional de professores, sábado, 17 de dezembro.

    13 a 16 dezembro:
    –Continuação da greve e concentrações à porta das escolas e distribuição de comunicados aos EE.

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    NOTAS IMPORTANTES:
    1.Naturalmente a direção do S.TO.P. avaliará outras possibilidades como por exemplo marcar no meio da primeira semana de greve, uma reunião nacional nas escolas para avaliar democraticamente eventuais cedências do Ministro. REAFIRMAMOS que a duração desta greve (inclusive o seu prolongamento para a semana seguinte) será determinada por quem trabalha nas escolas e não por meia dúzia de dirigentes (sejam eles quais forem).

    2.Em todas estas iniciativas, encontros regionais, reuniões sindicais nas escolas, comissões de greve, etc TODOS os professores poderão participar em igualdade (independentemente se são do sindicato A, ou B ou não sindicalizados). ESTA LUTA/GREVE É DE E PARA TODOS os professores e TODOS SÃO BEM-VINDOS. Acreditem JUNTOS SOMOS MESMO + FORTES!